quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Dos descobrimentos.



Feliz! Era como me sentia ao voltar para casa. Junto trazíamos a minha jovem tia com a finalidade de cuidar-nos por tempo indeterminado, não sabíamos, mas meus pais iniciavam um processo de separação, isto logo aconteceria. Em casa não tínhamos camas suficientes para mais uma pessoa e restou a minha deliciosa tia, dividir a cama de solteiro comigo. Talvez para ela fosse desconfortável, mas lembro que era tudo o que eu queria.
Diferente da casa de meus avós, que não tinham luz elétrica, em casa isto não era problema. Este detalhe criou um imprevisto que me atormentou, já que não podia mais ver sua deliciosa bunda como antes, iluminada por uma difusa luz de vela. O quarto ficava totalmente na escuridão, as venezianas não permitiam qualquer claridade. Eu e ela dormindo na mesma cama, em lados opostos. Não lembro quantas noites se passaram, lembro apenas da angústia de não poder me extasiar olhando seu corpo. Ainda ficava acordado por muito tempo, esperando todos dormirem. Porém nada acontecia, não podia vê-la como desejava, isto me deixava impaciente.
Até então só olhara os contornos de seu corpo, agora nem isto, a despeito de dormirmos juntos. Eis que encontrei a solução, já que não podia vê-la, talvez conseguisse toca-la. A idéia era ousada mas, se desse certo, minha angustia teria fim. Como dormia oposto a ela, comecei a tocar sua panturrilha, levemente, para perceber sua reação. Passava a mão gentilmente, subindo e descendo. Ela continuava dormindo, sem que isto interferisse seu sono. A sensação era muito boa, podia sentir sua perna no contato com minha mão, lembro de ter ficado um bom tempo neste delicioso exercício. Até aí tudo tranqüilo, mas senti a necessidade de testar um pouco mais sua tolerância a minha invasão. Fiz mais pressão com a mão, e fui aumentando até que ela se mexeu incomodada. Minutos se arrastavam, esperava ela ressonar e então recomeçavam as carícias.
Não podia me virar na cama, temia que alguém despertasse e me visse deitado ao seu lado. O que fiz foi escorregar para baixo das cobertas. A respiração ficava dificultada com a cabeça coberta, mas não havia outra maneira. Fui escorregando, lentamente, podia tocar agora suas coxas. Era maravilhosa a sensação, eu que apenas a vira sob a tênue luz de vela, agora podia tocar suas coxas maravilhosas. Havia sim o perigo de ser pego no ato, mas valia o risco.
Escorreguei ainda mais um pouco. Pronto, agora estava com meu rosto na altura da sua bunda. Meu coração batia alucinado. A bunda – deliciosa – que apesar de não poder vê-la estava ali, a centímetros do meu rosto. Sentia em minhas mãos o vestido que cobria suas nádegas, e mais uma vez repeti o processo, fazendo com que ele subisse e deixasse a descoberto o meu objeto de desejo. Minha mão agora tocava a carne macia de suas nádegas, não cabia em mim de tamanha satisfação. Eventualmente tinha que levantar as cobertas para poder respirar um pouco melhor, e logo voltava ao delicioso, excitante e perigoso ato de explorar a minha adorável tia, até que ela se virasse e então eu voltava ao meu lugar, esperava o coração voltar ao seu ritmo e então dormia realizado. Foram noites mágicas, minha mão já conhecia sua bunda em detalhes, mas isto era apenas o início.

2 comentários:

K, disse...

Também fui uma criança curiosa. E, como você, também dormi um período no quarto dos meus país. Me lembro de, às vezes, ficar acordada só pra vê-los..
Embora também não tivesse a noção real do que era, aquilo me chamava atenção (na verdade não se via nada... mas, minha imaginação ia longe..rs)... Minha irmã, um ano mais nova, achava que meu pai "estava brigando" com minha mãe..rs.. Eu nunca achei isso.
Nascemos safados? rs

beijo, obrigado por visitar meu pequeno espaço de inutilidades.

Fernando disse...

Pequenas e singelas ações nos comovem. Creia, sua visita ao meu espaço o enaltece e o fato de você ainda deixar seu depoimento me faz um privilegiado. A recíproca é verdadeira.