A lembrança mais remota vem da minha infância. Morávamos, meus pais, eu e meu irmão, em um apartamento com um dormitório, banheiro, sala e cozinha. Apesar disto era de bom tamanho. O único senão era ao dormir, já que tínhamos que ficar todos no mesmo quarto. Lembro da cama de casal e de uma cama de solteiro, em que eu dormia. Havia também uma cama menor, para criança, onde dormia meu irmão. Uma noite, não posso precisar a hora, estávamos todos deitados. Lembro de meu pai, falando baixinho, pedindo que minha mãe fizesse sexo com ele. Deveria ter uns quatro ou cinco anos, mal respirava sob as cobertas. Apesar do quarto escuro fiquei com medo que me vissem acordado. Lembro de ele ter insistido, pedindo que ela sentasse sobre ele. Lembro também das negativas dela, as suas insistências. Não sei se ele conseguiu seu intento, se fizeram foi em silêncio ou eu dormi antes de poder presenciar o fato.
Em uma cidade do interior moravam os familiares de meus pais, que não são naturais da capital onde moro. Passávamos as férias alternando entre as casas de nossos avós. Os pais, de minha mãe, já falecidos, moravam com seus dois filhos, meio irmãos de minha mãe, já que minha avó havia se casado novamente. Minha tia deveria ter uns 15 anos, uma jovem bonita, pele clara, cabelos curtos. Pequeno já a olhava diferente, crianças se encantam por qualquer coisa e ela era de fato muito atraente. A casa de meus avós, por parte de mãe, era simples, existe até hoje embora tenha sofrido pequenas modificações. Apesar dos três dormitórios, tínhamos que nos acomodar no quarto de minha tia, pois meu tio, um pouco mais velho não gostava de dividir sua privacidade.
No interior se dormia cedo, naqueles tempos. Na casa de meus avós, não havia ainda luz elétrica. Deitávamos cedo, logo após escurecer. Podia ver da janela do quarto as luzes da cidade, do bairro aonde eles moravam, no alto do morro. Ouvia também os barulhos dos trens em manobras na estação, isto me fazia ficar acordado ainda por horas. A proximidade daquela jovem me encantava. Dormir em seu quarto era um misto de alegria e desejo, ainda que não soubesse bem do que. Apenas gostava de estar ali. As noites eram especiais, porque podia admirá-la com a luz tênue de uma vela que ficava na sala e que iluminava o ambiente através da cortina de tecido que separava seu quarto da sala. Uma luz fraca, mas que me deixava entrever os contornos do corpo de minha adorável tia.
Em uma cidade do interior moravam os familiares de meus pais, que não são naturais da capital onde moro. Passávamos as férias alternando entre as casas de nossos avós. Os pais, de minha mãe, já falecidos, moravam com seus dois filhos, meio irmãos de minha mãe, já que minha avó havia se casado novamente. Minha tia deveria ter uns 15 anos, uma jovem bonita, pele clara, cabelos curtos. Pequeno já a olhava diferente, crianças se encantam por qualquer coisa e ela era de fato muito atraente. A casa de meus avós, por parte de mãe, era simples, existe até hoje embora tenha sofrido pequenas modificações. Apesar dos três dormitórios, tínhamos que nos acomodar no quarto de minha tia, pois meu tio, um pouco mais velho não gostava de dividir sua privacidade.
No interior se dormia cedo, naqueles tempos. Na casa de meus avós, não havia ainda luz elétrica. Deitávamos cedo, logo após escurecer. Podia ver da janela do quarto as luzes da cidade, do bairro aonde eles moravam, no alto do morro. Ouvia também os barulhos dos trens em manobras na estação, isto me fazia ficar acordado ainda por horas. A proximidade daquela jovem me encantava. Dormir em seu quarto era um misto de alegria e desejo, ainda que não soubesse bem do que. Apenas gostava de estar ali. As noites eram especiais, porque podia admirá-la com a luz tênue de uma vela que ficava na sala e que iluminava o ambiente através da cortina de tecido que separava seu quarto da sala. Uma luz fraca, mas que me deixava entrever os contornos do corpo de minha adorável tia.


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