domingo, 23 de setembro de 2007

Um mundo novo...



Os dias eram lentos e arrastados, não havia muito o que se fazer em uma cidade do interior. A noite sim era promissora. Desejava ardentemente que chegasse, ansiava por isto. Um mundo novo se descortinava e tudo era absoluta novidade.
Embora possa parecer, não havia ainda, nenhuma conotação sexual, como poderia? Com apenas seis anos não tinha nenhuma referência, apenas a curiosidade e o encanto pelo proibido. De dia podia vislumbrar suas curvas, as pernas torneadas sob o vestido leve. A noite, no entanto, era minha aliada, bastava que todos dormissem para que eu pudesse novamente vê-la. Era um jogo, talvez isto me fascinasse ainda mais. Precisava esperar pacientemente que todos dormissem. E dormíamos cedo, como contei anteriormente. Já conhecia o caminho, mas o cuidado era extremo, não podia ser pego fazendo algo errado, o mêdo era real, assustador. Porém o desejo me levava a fazê-lo e para tanto, tinha que esperar. O tempo parecia se arrastar. Podia ouvir o ronco de meu avô, o ressonar de minha avó. Os ruídos que à noite trazia, sempre repetitivos. O silêncio dos demais que dormiam. Ainda assim esperava mais, minutos que pareciam horas intermináveis.
Quando enfim achava seguro, era o momento de agir. Minha primeira dificuldade era ter que esperar ainda mais, já que ela precisava estar de bruços. A bunda era a minha fixação. Se soubesse o que sei hoje.... bem, isto é assunto para bem mais tarde.
Pronto, agora ela estava na posição ideal, bastava atravessar o quarto e novamente descobrir suas coxas. Como na noite anterior, as dificuldades se repetiram, o vestido que trancava nas coxas, a dificuldade ao puxá-lo, precisava utilizar um pouco mais de força, e temia que ao fazê-lo ela acordasse. Por mais que temesse não podia parar, precisava vê-la. Ansiava por isto. Meu objeto de desejo estava muito próximo de se apresentar. Pronto. Mais uma vez podia me extasiar olhando suas nádegas brancas. Eram lindas, o contorno bem feito da sua bunda me hipnotizava. A calcinha que emoldurava sua bunda, escondendo o suficiente mas permitindo que me encantasse apenas em poder admirá-la. O perigo, tudo que envolvia o ato era muito excitante, menos sexual. Não posso mensurar quanto tempo ficava a admirá-la, mas lembro que isto acontecia até ela novamente se movimentar em seu sono, quando então voltava a minha cama, satisfeito e feliz, esperava o sono chegar. Por várias noites cometi este pequeno pecado.
Não sabia, mas ali começava minha iniciação sexual, a bunda foi minha fixação primeira, meu objeto de desejo. O curioso é que não havia o mesmo interesse em outras partes de seu corpo, não que não admirasse os seios, mas também não procurava vê-los. A bunda me seduzia, por ela eu arriscava, valia a pena ficar acordado até bem tarde.
Ao final das férias retornamos a capital, e por necessidade minha mãe trouxe sua meia irmã para que cuidasse de nós. Haveria mais para se descobrir.

1 comentários:

B. disse...

A história está esquentando, hein?

Sempre que puder passarei por aqui.

Beijos!