sábado, 10 de novembro de 2007

Tudo tem um custo



Temi que M não voltasse. Embora tivesse permitido tocar seu corpo, não estava certo ainda de que poderia avançar mais. Precisava de uma oportunidade para concluir o que começara. Foi uma espera de apreensão, mêdo e um não sei que de desejo. Tesão?
M poderia contar o que ocorrera para sua mãe ou para seus irmãos mais velhos. Tudo podia acontecer e esta espera me angustiou. Quando se é criança e se faz algo errado, a sensação é de mêdo, e tive, do inesperado. Esperava ansioso, qualquer que fosse o resultado da minha investida.
Eis que aconteceu, dois dias depois M bateria novamente em minha porta. A tarde já ia na metade quando eu lhe pedi que entrasse. Trazia consigo as revistas que havia emprestado. Perguntou se poderia emprestar-lhe mais algumas. Senti um alívio imediato, sem mais aquela sensação de mêdo, agora poderia investir mais naquilo que desejava.
Voltei, do quarto, com a caixa de revistas. Ela ficou impressionada com a quantidade de gibis que eu possuía. Agora era uma questão de tempo. Enquanto ela se pôs a escolher, aproveitei e levei a mão em sua bunda. Nenhuma reação por parte dela, o que me fez ir mais além. Agora eu podia palmear toda sua bunda. Alisava suas nádegas, suas coxas, por sobre o mesmo shortinho que ela usara naquela noite. Agarrei-lhe pela cintura e procurei levá-la ao sofá. Houve uma pequena relutância, ela parecia saber o que eu pretendia. Mas agora já não havia mais como parar. Precisava sentir novamente o quanto era delicioso tocar uma bunda, como fazia com minha tia.
Havia agora uma diferença. Tudo aquilo que eu fazia, depois que minha tia dormia, agora podia fazer com M e melhor, afinal ela estava acordada. Ainda relutante puxei-a para o sofá. Sentou-se novamente sobre meu colo, enquanto olhava as revistas que havia escolhido. Ficamos assim algum tempo, novamente sentindo a deliciosa sensação de ter o membro premido entre suas nádegas. Fiz com que se levantasse, e minhas mãos buscaram seu short. Alarguei o elástico e comecei a puxá-lo para baixo. Ela segurou o shortinho e insisti, pedi-lhe; - deixa!
Ela não fez mais menção em segurá-lo. Fui desnudando sua bunda lentamente. A sensação era ainda mais incrível, aquilo acontecia novamente mas a situação era outra. Uma bunda – outra bunda – e sua dona estava acordada. Algo inédito até então. O shortinho agora estava aos seus pés. Sua bunda coberta por uma diminuta calcinha. Comecei a baixá-la e mais uma vez ela me impediu. Agora com mais relutância. Insisti, pedi-lhe e nada. Ela não queria. Aumentei a oferta; - cinco revistas! Ela deixou. Aprendi naquele momento o poder de barganhar. O dela era maior do que o meu. Meu desejo pela sua bunda me fez aumentar a oferta. Tínhamos estabelecido um preço pelo meu desejo. A calcinha agora jazia em seus pés.

2 comentários:

Capitu disse...
Esta postagem foi removida pelo autor.
Capitu disse...

Que M. sabida...

delícia de confissão!

um beijo

(não posso cobrar demora ou rapidez em escrever que também tenho meu tempo)