Temi que M não voltasse. Embora tivesse permitido tocar seu corpo, não estava certo ainda de que poderia avançar mais. Precisava de uma oportunidade para concluir o que começara. Foi uma espera de apreensão, mêdo e um não sei que de desejo. Tesão?
M poderia contar o que ocorrera para sua mãe ou para seus irmãos mais velhos. Tudo podia acontecer e esta espera me angustiou. Quando se é criança e se faz algo errado, a sensação é de mêdo, e tive, do inesperado. Esperava ansioso, qualquer que fosse o resultado da minha investida.
Eis que aconteceu, dois dias depois M bateria novamente em minha porta. A tarde já ia na metade quando eu lhe pedi que entrasse. Trazia consigo as revistas que havia emprestado. Perguntou se poderia emprestar-lhe mais algumas. Senti um alívio imediato, sem mais aquela sensação de mêdo, agora poderia investir mais naquilo que desejava.
Voltei, do quarto, com a caixa de revistas. Ela ficou impressionada com a quantidade de gibis que eu possuía. Agora era uma questão de tempo. Enquanto ela se pôs a escolher, aproveitei e levei a mão em sua bunda. Nenhuma reação por parte dela, o que me fez ir mais além. Agora eu podia palmear toda sua bunda. Alisava suas nádegas, suas coxas, por sobre o mesmo shortinho que ela usara naquela noite. Agarrei-lhe pela cintura e procurei levá-la ao sofá. Houve uma pequena relutância, ela parecia saber o que eu pretendia. Mas agora já não havia mais como parar. Precisava sentir novamente o quanto era delicioso tocar uma bunda, como fazia com minha tia.
Havia agora uma diferença. Tudo aquilo que eu fazia, depois que minha tia dormia, agora podia fazer com M e melhor, afinal ela estava acordada. Ainda relutante puxei-a para o sofá. Sentou-se novamente sobre meu colo, enquanto olhava as revistas que havia escolhido. Ficamos assim algum tempo, novamente sentindo a deliciosa sensação de ter o membro premido entre suas nádegas. Fiz com que se levantasse, e minhas mãos buscaram seu short. Alarguei o elástico e comecei a puxá-lo para baixo. Ela segurou o shortinho e insisti, pedi-lhe; - deixa!
Ela não fez mais menção em segurá-lo. Fui desnudando sua bunda lentamente. A sensação era ainda mais incrível, aquilo acontecia novamente mas a situação era outra. Uma bunda – outra bunda – e sua dona estava acordada. Algo inédito até então. O shortinho agora estava aos seus pés. Sua bunda coberta por uma diminuta calcinha. Comecei a baixá-la e mais uma vez ela me impediu. Agora com mais relutância. Insisti, pedi-lhe e nada. Ela não queria. Aumentei a oferta; - cinco revistas! Ela deixou. Aprendi naquele momento o poder de barganhar. O dela era maior do que o meu. Meu desejo pela sua bunda me fez aumentar a oferta. Tínhamos estabelecido um preço pelo meu desejo. A calcinha agora jazia em seus pés.


2 comentários:
Que M. sabida...
delícia de confissão!
um beijo
(não posso cobrar demora ou rapidez em escrever que também tenho meu tempo)
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