segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

A primeira vez


Consumei. Desajeitado, apressado, angustiado e faminto, com M finalmente pude realizar um desejo que a tempos perseguia, e foi delicioso sentir suas carnes rijas. Foi emocionante ter o membro entre suas nádegas, acho que nada até então poderia se comparar com aquilo, afinal fora “consentido”. Uma pequena evolução nas coisas em que eu, até então, havia praticado. A diferença maior é que com ela não era feito da maneira furtiva, como quando fazia com minha tia.
Não deve ter durado mais do que cinco minutos. E, sem dúvida, não consegui penetrar-lhe o ânus. Havia o medo de que alguém, seja lá quem fosse, aparecesse de repente e nos encontrasse em pleno ato. Descrever seria inútil, mas foi inesquecível a sensação.
Conduzi-a ao meu quarto, fiz com que se deitasse no chão, sobre o tapete. Deitou de bruços, e da cintura para baixo estava nua, observei-a por alguns segundos antes de baixar meu calção e cueca. Deite-me sobre ela, afastei-lhe as nádegas e forcei o membro entre elas. Foi intuitivo, naquele momento esqueci a teoria e as centenas de vezes em que folhei revistas pornográficas, simples e desajeitadamente, cheguei ao êxtase.
Terminado o prazer unilateral ela levantou-se, foi ao banheiro limpar sua bunda e ao sair, levou consigo as revistas que tinha vindo buscar. Fiquei um pouco confuso, um pouco porque ela nada falou e também porque sabia que teria que me controlar, afinal essas coisas entre garotos é difícil de se manter segredo.
Depois daquele dia, eu não mais consegui encarar seus irmãos da mesma maneira e isto me preocupava. Aos poucos me afastei deles e, felizmente, nem deram tanta importância assim. Isto facilitou ainda mais as nossas trocas.
A cada dois, três dias, ela vinha pegar novas revistas para ler. Eu tinha as tardes livres e ficava só em casa já que meu irmão estudava no turno da tarde.
M não relaxava, ela contraía o ânus e não conseguia penetrá-lo, evitando assim minhas investidas. Enquanto tentava satisfazer meu desejo, me esfregando entre suas nádegas ela ficava lendo as revistas, como se eu não estivesse ali. Usava apenas saliva para lubrificá-lo e pouco ou quase nada adiantava. Isto, depois de algumas tentativas, ficou frustrante. Queria muito, precisava saber o que sentiria ao ter meu membro dentro dela. Numa das vezes me ocorreu que, talvez, o óleo comestível pudesse servir para facilitar a penetração. Deixei-a deitada sobre o tapete, fui a cozinha e lambuzei o membro no azeite, voltei ao quarto com uma colher de chá com um outro tanto. Afastei-lhe as nádegas e despejei sobre o seu ânus o pouco de óleo que levava na colher. Ela pareceu sentir que naquele momento algo diferente aconteceria e fechou suas nádegas com mais força. Com jeito e determinação fui fazendo-a relaxar, e coloquei o membro encostado no seu ânus pressionando devagar até que a cabeça sumisse entre suas pregas. Logo a seguir a glande inchada foi abrindo o caminho e assim fui empalando minha vizinha até sentir suas nádegas encostadas em meu quadril. Ela sentiu, ainda que meu membro não tivesse as dimensões de um adulto.
M agora já não lia mais, eu havia deflorado seu ânus. Estava feito, com M contabilizei o meu primeiro anal.


9 comentários:

Nathy disse...

Adorei os posts de Teu blog. Concede-me permissão para adicioná-Lo em "amigos"?

Desde já agradeço.

Beijos!

http://nathysnowwhite.blogspot.com/

Fernando disse...

Nathy...

Seja mto bem vinda... dei uma espiada no teu blog e voltarei para me deliciar como deve ser feito. Vou linkar vc se me permitir.

Nathy disse...

Grata, Fernando!

Ficarei honrada.

Já postei o link do Teu blog no meu! =)

Beijos!

Nathy disse...

Fico feliz por ter gostado dos meus posts.

"Instigante" foi o melhor elogio que meu blog poderia ter recebido.

Obrigada!


Ah, e não demore à escrever! Estou ansiosa por Tua próxima história!

Beijos!

eroticwoman.wordpress.com disse...

adorei seu blog!

;)

K. disse...

Delícia de história!!!

e tem muita mulher perdendo coisas boas assim!!!

eu não! rs


beijosssssssssssss
obrigado pela visita no meu bloguito.


K.
www.incompletudes.wordpress.com

Nathy disse...

Na verdade eu não me importo com o que os outros pensam, e sim com o que fazem...risos! Quem gosta de assistir o próximo sendo ignorado? (Bem, pelo menos eu não gosto.)

Já estou acostumada a ser tachada "disto" e "daquilo". (Não dói mais.)

De vez em quando preciso dizer o que penso...de vez em quando eu odeio BDSM.

Você tem MSN?
Se tiver e quiser me adicionar, sinta-se à vontade.
nathycornflakegirl@hotmail.com

Obrigada pelo comentário!

Beijos!

Carmen sem filtro disse...

Céus! O seu texto está melhor a cada dia. Fiquei um tempo sem vir aqui e quando cheguei ... affff .. quase perdi o fôlego!

Manyukeh disse...

Continue!!!
Amei!
Feliz ano novo!
Beijos
Many.