Consumei. Desajeitado, apressado, angustiado e faminto, com M finalmente pude realizar um desejo que a tempos perseguia, e foi delicioso sentir suas carnes rijas. Foi emocionante ter o membro entre suas nádegas, acho que nada até então poderia se comparar com aquilo, afinal fora “consentido”. Uma pequena evolução nas coisas em que eu, até então, havia praticado. A diferença maior é que com ela não era feito da maneira furtiva, como quando fazia com minha tia.
Não deve ter durado mais do que cinco minutos. E, sem dúvida, não consegui penetrar-lhe o ânus. Havia o medo de que alguém, seja lá quem fosse, aparecesse de repente e nos encontrasse em pleno ato. Descrever seria inútil, mas foi inesquecível a sensação.
Conduzi-a ao meu quarto, fiz com que se deitasse no chão, sobre o tapete. Deitou de bruços, e da cintura para baixo estava nua, observei-a por alguns segundos antes de baixar meu calção e cueca. Deite-me sobre ela, afastei-lhe as nádegas e forcei o membro entre elas. Foi intuitivo, naquele momento esqueci a teoria e as centenas de vezes em que folhei revistas pornográficas, simples e desajeitadamente, cheguei ao êxtase.
Terminado o prazer unilateral ela levantou-se, foi ao banheiro limpar sua bunda e ao sair, levou consigo as revistas que tinha vindo buscar. Fiquei um pouco confuso, um pouco porque ela nada falou e também porque sabia que teria que me controlar, afinal essas coisas entre garotos é difícil de se manter segredo.
Depois daquele dia, eu não mais consegui encarar seus irmãos da mesma maneira e isto me preocupava. Aos poucos me afastei deles e, felizmente, nem deram tanta importância assim. Isto facilitou ainda mais as nossas trocas.
A cada dois, três dias, ela vinha pegar novas revistas para ler. Eu tinha as tardes livres e ficava só em casa já que meu irmão estudava no turno da tarde.
M não relaxava, ela contraía o ânus e não conseguia penetrá-lo, evitando assim minhas investidas. Enquanto tentava satisfazer meu desejo, me esfregando entre suas nádegas ela ficava lendo as revistas, como se eu não estivesse ali. Usava apenas saliva para lubrificá-lo e pouco ou quase nada adiantava. Isto, depois de algumas tentativas, ficou frustrante. Queria muito, precisava saber o que sentiria ao ter meu membro dentro dela. Numa das vezes me ocorreu que, talvez, o óleo comestível pudesse servir para facilitar a penetração. Deixei-a deitada sobre o tapete, fui a cozinha e lambuzei o membro no azeite, voltei ao quarto com uma colher de chá com um outro tanto. Afastei-lhe as nádegas e despejei sobre o seu ânus o pouco de óleo que levava na colher. Ela pareceu sentir que naquele momento algo diferente aconteceria e fechou suas nádegas com mais força. Com jeito e determinação fui fazendo-a relaxar, e coloquei o membro encostado no seu ânus pressionando devagar até que a cabeça sumisse entre suas pregas. Logo a seguir a glande inchada foi abrindo o caminho e assim fui empalando minha vizinha até sentir suas nádegas encostadas em meu quadril. Ela sentiu, ainda que meu membro não tivesse as dimensões de um adulto.
M agora já não lia mais, eu havia deflorado seu ânus. Estava feito, com M contabilizei o meu primeiro anal.
