quarta-feira, 26 de março de 2008

Socializando I


Entre N e R houve uma outra secretária. Não a citei nos serviços domésticos porque ela não foi alvo de minhas tentativas com o sexo oposto, apesar disto era prestativa e confiável. Isto permitiu aventurar-me sem maiores preocupações.
Perto de onde morava havia uma escola municipal. Alguns de meus amigos e vizinhos lá estudaram. R frequentava minha casa sempre que podia e eu a dele, de acordo com nossas conveniências. Minha rua e às ruas parelelas eram ladeiras. Numa distância de aproximadamente cinquenta metros, ladeira abaixo, conseguia-se acesso a área desta escola através de um terreno baldio. Numa tarde de um dia nublado, algumas garotas da escola faltaram à aula e andavam por perto do meu apartamento. Estavamos na sacada e vimos quando elas sairam pelo terreno baldio e subiam a ladeira em nossa direção. Eram quatro garotas. Vimos que se aproximavam e aquilo nos alvoroçou sobremaneira. Elas nos viram, deram risadas e mexemos com elas. Conversamos um pouco desta maneira e, a mais velha, perguntou se podiam tomar café conosco. Eu e R imediatamente as convidamos. Uma delas desistiu e as demais subiram. Era a minha primeira investida com o sexo oposto, melhor dizendo a primeira cantada. Assim que chegaram reunimos algumas coisas na cozinha, leite, chocolate em pó, frios, margarina e.... não tínhamos pão!
Reunimos alguns trocados e, eu e a mais velha, nos dirigimos ao mercadinho próximo para comprar o pão. Seu nome era M.
As garotas se fartaram, e eu e R iniciamos uma nova fase de descobertas. Das três, apenas duas se tornaram assíduas. Vinham uma ou duas vêzes por semana para tomar café e ficarmos ouvindo música. M era exuberante, tinha pele cor de chocolate, olhos castanho-escuros, cabelos compridos, seios amadurecidos, um pouco mais alta do que eu e tinha deliciosos dezessete anos. Sua amiga era um pouco mais avantajada o que agradou a R. Não lembro seu nome, mas não esqueço da sua disposição para agitar.
No toca-discos ouvíamos clássicos da época, e dançavamos, coladinhos, ao som do Wings, com a música Bluebird como minha preferida. A sensação de ter M em meus braços, sentindo seus seios premirem meu peito, era fantástica. Todas as minhas investidas com o sexo oposto até então foram furtivas, unilaterais ou apressadas. Tê-la assim era sublime. M foi quem deu o primeiro beijo, meu primeiro beijo. Também foi com ela que experimentei a maravilhosa sensação de ter outra língua dividindo um mesmo espaço. E que língua lasciva. A sala na penumbra eu e M, R e a outra menina. Era fácil esquecer meu amigo e a sua garota. O mundo parava para eu e M. Sua língua deixava claro que eu poderia avançar sem ter problemas. E minhas mãos insinuavam em suas curvas tenras, palmilhando cada nesga de carne que as roupas não cobriam. Lembro que toquei seus seios com cuidado, temia uma reação, o que não ocorreu. A liberdade em explorar seu corpo era completamente inusitada, jamais tive tanto consentimento com alguém. Sempre roubei carícias, sempre precisei de cuidados para não ser pego no ato. M era uma promessa de realização de sonhos. Minhas mãos repousaram em suas nádegas, segurei-a assim trazendo seu corpo ainda mais colado ao meu. Ela continuava a me beijar. Entendi que não deveria parar e assim continuei a explorá-la. Sentei no sofá e a trouxe junto comigo. Ela sentou em meu colo e prosseguimos nos beijando. A cada investida de minhas mãos em seu corpo, ela me apertava mais ainda. Estava aprendendo a desvendar os mistérios de ser adulto.
Sua blusa aberta mostrava o sutiã contendo suas carnes. Bastava transpô-lo para que seus seios se mostrassem por inteiros, no entanto a posição não me permitia. Ela percebeu a dificuldade e posicionou-se de forma que eu pudesse fazê-lo. Abri a pequena peça e seus seios surgiram túmidos, deliciosos, com os mamilos protuberantes e carentes de carinhos. Ela me beijou ainda com mais voluptuosidade e delicadamente beijei seu mamilo. Ela suspirou, profundamente. Minha língua brincava com seus mamilos, sugava-os alternadamente até abocanhar completamente seus seios. Deixava um rastro de saliva entre um e outro. Chupei-a vorazmente, ela gemia baixinho e dizia meu nome. M procurou meu membro, isto também era uma novidade, até então nunca alguém houvera feito. O membro agora estava envolto pela sua mão quente, carinhosa, delicada. Ela o movimentava, masturbando-me com delicadeza. As vezes parava de me beijar e ficava olhando o membro em sua mão. Na tarde, na penumbra da sala, gozei. Seus dedos agora acariciavam o membro besuntado me deixando extasiado.
M tinha muita experiência com estas brincadeiras. Ficou fácil perceber, tamanha era sua habilidade e desenvoltura comigo. M ensinou-me a faze-la gozar com meus dedos. Nunca havia masturbado nenhuma garota antes. A bunda sempre havia sido meu principal objeto de desejo. Minha mão percorria suas coxas firmes, podia sentir através do jeans o quanto eram rijas. Ela arfava, e ao separar ainda mais suas pernas se tornava cumplice de minhas carícias. Um tanto sem jeito, sem saber direito o que fazer, repousei a mão na sua buceta. Ela colocou sua mão sobre a minha e fez com que eu pressionasse ainda mais. Ela me beijou com mais intensidade, e então pôs-se a esfregar minha mão com a sua sobre sua buceta. Sentia meus dedos percorrerem por sob o tecido e aos poucos pude perceber sua calça umidecer entre as pernas. Aquilo me era estranho, mas não iria perguntar o que acontecia, apenas continuei esfregando-a até que gozasse. Ela também me masturbava assim, me excitando por sobre as calças. Aos 14 anos M já me fez entender que o prazer deve ser dividido e não unilateral como eu sempre o fizera. Por algumas semanas ficamos nestes arretos deliciosos. Não chegamos a transar, não porque eu não quisesse, mas M controlava meus avanços, no seu corpo aprendi as primeiras lições para excitar e deliciar uma mulher.