
Na rua, onde ficava o prédio onde morávamos, haviam outros dois iguais, cada qual pertencia a um irmão. Além destes prédios, haviam outros três idênticos (espelhos pode-se dizer assim), na rua paralela à minha. Eles se comunicavam apenas pelo vão do poço de luz, não havendo passagens entre um e outro. Ou seja, não podíamos chamar aqueles que moravam no prédio igual ao meu, na rua paralela, de vizinhos, afinal só os víamos pela área de serviço.
Talvez ninguém fizesse uso desta proximidade, mas eu fazia. Vivia a espionar os moradores do prédio oposto, particularmente suas moradoras. Conhecia-as todas, mães e filhas. Bastava um descuido e já estava apostos. No primeiro andar deste prédio oposto, moravam duas irmãs com seus pais. Uma era muito gostosa. Tinha dezessete anos, um corpo esguio, uma bunda perfeita. E o melhor de tudo, dava com uma certa facilidade. O problema ficava por conta da sua irmã, um ano mais velha. Não que ela não desse, ela também dava. Ocorre que ela era o contrário da outra, feia e muito gorda. Isto me fez lembrar de um amigo, que não vejo há anos e que uma vez me disse esta pérola: “Faz sombra e anda, é melhor que punheta!”. O universo dele era sem dúvida muito mais urgente do que o meu.
A mais atraente se chamava L e a feia M. L tinha um senão apenas, o mau hálito. Mas quando se é jovem e o sangue circula muito mais embaixo do que em cima, isto não chega a ser problema. Me aproximei mais, já nos conhecíamos de cruzarmos algumas vezes pela vizinhança e também porque eu freqüentava à rua onde ela morava e onde tínhamos alguns amigos em comum. Sabia o que eu queria, afinal não era diferente dos demais garotos que ela conhecia. Para comê-la, no entanto, havia necessidade de cumprir um ritual, afinal tudo nesta vida tem um preço.
Minha maior dificuldade se encontrava em arrumar um parceiro para a sua irmã. A tarefa era por demais complicada. Ninguém se atrevia a entreter sua irmã, precisei argumentar com um amigo (este sim grande amigo – que era da rua onde ela morava) e ainda prometer-lhe que faria o mesmo (a gente faz cada coisa para se dar bem) se uma oportunidade igual lhe aparecesse. Não foi fácil convencê-lo no entanto. Passamos a freqüentar o apartamento onde ela morava e podia perceber a contrariedade de meu amigo ao ter que assediar a irmã da garota que eu desejava (na realidade isto era desnecessário, M dava conta da falta de iniciativa que meu amigo, que se chama G, não tinha).
Sempre de chicletes e balas no bolso, eu e L avançávamos nas carícias. Seus pais nunca estavam em casa durante o dia. As irmãs estudavam pela manhã e assim, tanto elas como eu e meu amigo, podíamos dispor das tardes para nossas performances. Meu amigo G – coitado – deve ter imaginado como me faria pagar por cada vez que teve que estar com a irmã de L. Confesso que nunca me importei com seu desconforto. Tudo o que eu queria era apenas comer L.
Eu disse q L dava. Sim, dava. Mas não era uma coisa tão fácil assim. Vezes incontáveis saí do seu apartamento com os testículos doloridos de tanto tesão. Nossas tardes de amassos eram tórridas e censuráveis. Acho que nunca gastei tando dinheiro comprando balas e chicletes em minha vida. Ainda assim valia a pena. Já andava aborrecido de sair com meus dedos melados da sua buceta e os testículos inchados por não ter ejaculado.
L me provocava. Ela me fez entender o porque das mulheres permitirem tanto e negacearem há hora “h” quando pensamos que vamos tê-las. Era sempre assim, mas eu queria mais e como ela não dava indícios claros de até onde eu poderia ir, avancei. Ela tinha o cuidado de fechar o apartamento sempre que íamos visitá-las. Estava com L em seu quarto e naquela tarde ela estava de vestido. Lembro que era um vestido estampado, leve. O vestido era melhor do que as costumeiras calças jeans. Logo L estava com as coxas nuas e minha mão deslizava na sua pele macia. Ela arfava. Deitei-a em sua cama de bruços e levantei-lhe ainda mais o vestido. A calcinha rosa cobria a deliciosa bunda marmoreá. A brancura da sua pele era deliciosa, dava-lhe uma aparente inocência. Seu vestido estava levantado na metade de suas costas. Com carinho puxei-lhe a calcinha até as dobras do joelho e fiquei extasiado sobre a forte tensão. A bunda parecia me convidar a explorá-la. Afastei-lhe as nádegas e pude perceber entre suas pernas a viscosidade do sumo de sua buceta. O líquido podia ser visto facilmente, assim que a luz incidiu sobre a racha de carne. Meu dedo indicador lubrificou-se naquele sumo e a seguir penetrou-lhe o ânus. Eu olhava encantado para aquela garota. Ela suspirava apenas, cúmplice de minhas carícias. Ao virar o rosto para o lado e descansá-lo em seu braço, L indicava que nada faria para conter meus avanços. O dedo foi entrando lentamente, até quase a metade. Não quis esperar mais, baixei as bermudas rapidamente e as cuecas vieram junto. Com o membro em riste passei a lubrificá-lo com saliva e também com o líquido seminal que o membro já produzira. Deitei-me sobre ela e apontei a cabeça do membro para seu cuzinho. A pele do membro a medida que a cabeça entrava ia ficando para trás. O prepúcio esgaçado doía, mas o tesão em comê-la não me fez considerar a desistir. Aos poucos e dolorosamente, o membro a penetrou. Seus gemidos eram contidos pois sua boca estava afundada no travesseiro. Ao sentir o membro completamente enterrado em seu cuzinho vibrei. Me senti o garoto mais feliz dentre todos meus amigos. A sua bunda era deliciosa, levantei ainda mais seu vestido e o retirei por sua cabeça. Ela ficou com as costas nuas e pude observá-la detalhadamente. Sua pele eriçava na medida em que minha língua percorria suas costas. Ao morder seu pescoço senti o ânus contrair e apertar o membro. Gozei e foi delicioso, a sensação de abandono no entanto não fez arrefecer o membro. Queria mais. E pus-me a fode-la outra vez, agora mais cadenciado, o membro entrava e saía com rapidez. Podia ouvir seus gemidos de prazer em sentir seu ânus sendo fodido e gozei outra vez. L foi a garota mais velha até então que eu realmente comi. Aquela foi a primeira de uma dezena de vezes que L permitiu que a penetrasse no ânus. E só nele, eu nunca reclamei.
