Bem, devo-lhes desculpas pela falta absoluta de tempo para postar. Recebi dois (poucos, mais enfáticos) pedidos para que continuasse a escrever minhas memórias. Sem mais delongas.... sobre P.
Depois daquela noite em que P. me fez aquele delicioso agrado, era natural que eu quisesse mais. O escritório em que ela trabalhava dispensou-a, e vi ali uma oportunidade para que a mantivesse ainda mais próxima. Falei com meu sócio e resolvemos dar-lhe uma vaga de secretária em nosso escritório. A bem da verdade havíamos recentemente aberto uma empresa, nem tínhamos um lugar adequado, estávamos providenciando tudo quando isto se deu. Meu apartamento fazia às vezes de local de trabalho e levei P para que ficasse atendendo ao telefone durante o horário comercial. Foi um tanto complicado. Minha mulher não gostou nada, mas como sempre trabalhou fora, eu também não tinha quem pudesse atender as ligações dos meus contatos e prometi-lhe que seria por muito pouco tempo, como foi realmente.
Não havia mais saído com P. desde o acontecido. Nossos encontros se davam nos momentos em que ela chegava para trabalhar e no término de cada turno. Isto evitava maiores transtornos com a esposa.
Até que numa manhã eu voltei mais cedo pra casa. Era verão, estava muito quente e eu tinha uma reunião no início da tarde e queria tomar um banho e trocar de roupa. Fui para casa e encontrei aquele monumento com um sorriso enorme e encantador. Já na entrada brincou comigo, ao perguntar-me se eu estava lhe fazendo uma visita. Antes de ir ao banho coloquei uma carne no forno e pedi-lhe que fizesse a gentileza de cuidar enquanto iria tomaria uma ducha. Foi neste momento que ela falou que adoraria fazer isto comigo. Aquilo foi o indício de que o que acontecerá ainda renderia muito mais.
Ao sair do banho, enrolado na toalha, ela brincou mais uma vez comigo. Falou que eu deveria estar muito saboroso com aquele cheiro todo. Fui a sua direção, levantei-a do sofá e beijei aquela boca gostosa. Uma menina com um corpo delicioso de mulher. Recém havia completado os dezenove anos. E o presente era meu. Não podia, no entanto possuí-la em minha casa. Essas coisas nunca acabam bem. Mas a tentação em tê-la era imensa. Fiz com que sentasse novamente no sofá e ela imediatamente abriu a toalha, pegou-me o membro, e com um sorriso maroto começou a chupar-me. Ela era realmente dedicada.
Podia ver agora o membro sumir em sua boca. Era incrível a sensação de comer aquela delícia de mulher desta maneira, na realidade era ela quem me comia assim. O membro saía e a sua língua circulava na cabeça, ora beijava e a sensação de ter aqueles lábios macios na ponta do membro era indescritível. Chupava-me os testículos com delicadeza e olhando-me nos olhos. Mas aqueles seios me hipnotizavam. Fazia tempos que eu os queria. Enquanto ela me chupava eu a fiz tirar a blusa e aquelas preciosidades ganharam a liberdade. Meti-lhe o membro tanto quanto pude em sua boca e ele saiu completamente molhado de sua saliva. Eu a fiz encostar as costas no sofá e coloquei o membro entre seus lindos peitos. Estava assim realizando aquela fantasia que eu tinha desde que a conhecera.
Estava fascinado com aquela garota. Fodia-lhe os seios e a boca, alternando assim o meu prazer. Segurei o máximo que pude e avisei-lhe que ejacularia. Ela segurou os seios e premiu ainda mais meu membro entre eles e então gozei. O primeiro jato alcançou o seu queixo e antes que eu pudesse entender o que estava acontecendo ela segurou o membro e colocou novamente em sua boca, onde terminei meu prazer. P. sorveu-me até o membro ficar completamente limpo, sem resquícios de esperma.
Foi um gozo maravilhoso. Depois disto sabia que possuí-la seria apenas questão de onde.
Depois daquela noite em que P. me fez aquele delicioso agrado, era natural que eu quisesse mais. O escritório em que ela trabalhava dispensou-a, e vi ali uma oportunidade para que a mantivesse ainda mais próxima. Falei com meu sócio e resolvemos dar-lhe uma vaga de secretária em nosso escritório. A bem da verdade havíamos recentemente aberto uma empresa, nem tínhamos um lugar adequado, estávamos providenciando tudo quando isto se deu. Meu apartamento fazia às vezes de local de trabalho e levei P para que ficasse atendendo ao telefone durante o horário comercial. Foi um tanto complicado. Minha mulher não gostou nada, mas como sempre trabalhou fora, eu também não tinha quem pudesse atender as ligações dos meus contatos e prometi-lhe que seria por muito pouco tempo, como foi realmente.
Não havia mais saído com P. desde o acontecido. Nossos encontros se davam nos momentos em que ela chegava para trabalhar e no término de cada turno. Isto evitava maiores transtornos com a esposa.
Até que numa manhã eu voltei mais cedo pra casa. Era verão, estava muito quente e eu tinha uma reunião no início da tarde e queria tomar um banho e trocar de roupa. Fui para casa e encontrei aquele monumento com um sorriso enorme e encantador. Já na entrada brincou comigo, ao perguntar-me se eu estava lhe fazendo uma visita. Antes de ir ao banho coloquei uma carne no forno e pedi-lhe que fizesse a gentileza de cuidar enquanto iria tomaria uma ducha. Foi neste momento que ela falou que adoraria fazer isto comigo. Aquilo foi o indício de que o que acontecerá ainda renderia muito mais.
Ao sair do banho, enrolado na toalha, ela brincou mais uma vez comigo. Falou que eu deveria estar muito saboroso com aquele cheiro todo. Fui a sua direção, levantei-a do sofá e beijei aquela boca gostosa. Uma menina com um corpo delicioso de mulher. Recém havia completado os dezenove anos. E o presente era meu. Não podia, no entanto possuí-la em minha casa. Essas coisas nunca acabam bem. Mas a tentação em tê-la era imensa. Fiz com que sentasse novamente no sofá e ela imediatamente abriu a toalha, pegou-me o membro, e com um sorriso maroto começou a chupar-me. Ela era realmente dedicada.
Podia ver agora o membro sumir em sua boca. Era incrível a sensação de comer aquela delícia de mulher desta maneira, na realidade era ela quem me comia assim. O membro saía e a sua língua circulava na cabeça, ora beijava e a sensação de ter aqueles lábios macios na ponta do membro era indescritível. Chupava-me os testículos com delicadeza e olhando-me nos olhos. Mas aqueles seios me hipnotizavam. Fazia tempos que eu os queria. Enquanto ela me chupava eu a fiz tirar a blusa e aquelas preciosidades ganharam a liberdade. Meti-lhe o membro tanto quanto pude em sua boca e ele saiu completamente molhado de sua saliva. Eu a fiz encostar as costas no sofá e coloquei o membro entre seus lindos peitos. Estava assim realizando aquela fantasia que eu tinha desde que a conhecera.
Estava fascinado com aquela garota. Fodia-lhe os seios e a boca, alternando assim o meu prazer. Segurei o máximo que pude e avisei-lhe que ejacularia. Ela segurou os seios e premiu ainda mais meu membro entre eles e então gozei. O primeiro jato alcançou o seu queixo e antes que eu pudesse entender o que estava acontecendo ela segurou o membro e colocou novamente em sua boca, onde terminei meu prazer. P. sorveu-me até o membro ficar completamente limpo, sem resquícios de esperma.
Foi um gozo maravilhoso. Depois disto sabia que possuí-la seria apenas questão de onde.


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