Não estranhem a generosidade, depois de tanto tempo sem postar era justo que eu o fizesse num menor intervalo. É claro que não pensei que seria tão rápido assim, e se isto acontece agora, é porque tenho uma leitora (terei mais que uma?) que solicita novas publicações, e eu gentilmente – e porque não dizer – lisonjeado com o assédio (perdoe leitorinha, estou aproveitando o momento de glória), faço este pequeno, mas delicioso esforço. Não posso, no entanto, prometer regularidade. Farei o possível para não ficar tanto tempo assim sem escrever minhas memórias. Isto, posto, vamos ao desfecho da minha história com P.P. não demonstrava qualquer constrangimento ao estar comigo. Logo depois que saímos à primeira vez, tive outra oportunidade de tê-la novamente. Mais uma vez fiquei frustrado por ela não ter gozado. Desconfiei então que ela nunca havia conseguido antes. Precisava de mais tempo com ela.
Alugamos um depósito para nossas necessidades empresariais. Lá P. poderia ficar o dia todo sem qualquer problema. Era um lugar afastado em uma região que concentrava grandes transportadoras, que não por acaso, era o nosso negócio.
Durante a semana era complicado, passávamos, eu e o sócio, o dia na rua atrás de clientes. Eventualmente eu almoçava no depósito e aproveitava para alguns amassos com P. Não raro passávamos do horário normal de trabalho.
Depois de um dia de serviço, precisei colocar em ordem alguns documentos. Pedi q P. ficasse comigo um pouco mais e depois a levaria em casa. Trabalhamos até por volta das 20:00 h, e quando dei por encerrado o serviço, ela com aquele ar maroto e um sorriso desconcertante, queixou-se que não havíamos saído mais. Falou que estava com saudades e queria saber por que eu não a queria. Foi o que bastou, fiquei excitado com a idéia de possuí-la, mas não poderia ser naquela noite, eu ainda tinha outros compromissos.
Ela sabia como mexer comigo. Abraçou-me e nos beijamos. Era realmente deliciosa. Adorava aquele corpo tenro, rijo, tudo nela era um apelo sexual. Fez-me sentar na cadeira e abriu minhas calças. Ajoelhou-se, sacou o membro para fora e pôs-se a chupá-lo. Fez aquilo com tamanha dedicação que eu só delirava. Podia ver o membro sumir em sua boca deliciosa. Aquilo me deixava completamente maluco, ela sabia disto. Não havia pressa em suas carícias, delirei em sua boca. O membro deslizava na boca gulosa, ela realmente gostava daquilo. Chupava-me a cabeça, lambia, podia ver sua saliva escorrer pelo membro e ao abocanhar-me novamente ela a sugava novamente para sua boca. Então com a mão levantou ainda mais o membro e pôs-se a chupar meus testículos. Podia senti-los pesados, a vontade de ejacular era imediata. Ela pressentiu e chupou-me então vorazmente, ao mesmo tempo em que me masturbava. Gozei, meu esperma ganhou sua boca e ela continuou a me chupar com mais vontade ainda. Fez assim até que me exauriu completamente. Quando sentiu que nada mais havia, tirou o membro da boca, sorriu e me perguntou: gostou? Nem pude acreditar que ela havia engolido todo meu sêmen. Devolvi-lhe a pergunta, gostou P? Ela me disse q foi a primeira vez que havia feito aquilo, mas que sempre que pudesse iria repetir.
E assim foi. Sempre que ela ficava comigo a sós, dava um jeito de mexer no meu membro, sempre me excitando. À noite, quando a levava em casa, algumas vezes, antes de subir para seu apartamento, com a mão no membro me dizia: não posso subir sem tomar meu leitinho. Por algumas vezes eu deixei-a alimentar-se e satisfazer meu prazer.
Em casa a coisa não ia tão bem. P e a sua sede me deixavam seco. Queria mesmo era comê-la e fazê-la gozar. Tive oportunidade num final de semana. Havíamos recebido mercadorias e o depósito estava cheio. Fizemos horas extras por conta daquela movimentação e P. ficou conosco. No meio da tarde de domingo estávamos apenas nós dois. A oportunidade era excelente e tratamos de aproveitá-la. Levei P. para o escritório e disse que a queria muito. Ela pediu para tomar uma ducha e logo estaria comigo. Esperei impaciente que ela voltasse. O lugar não era adequado, mas a fome que tínhamos era o suficiente para esquecer qualquer desconforto. Quando ela voltou estava deliciosa, como sempre. Aquele perfume adocicado do sabonete fazia o momento mais íntimo. Beijei-a com delicadeza, já minhas mãos enchiam com suas nádegas deliciosas. Deitei-a sobre a mesa do escritório, coloquei suas pernas sobre a mesa e a trouxe assim até a borda. Com as coxas abertas e com a sua buceta completamente exposta, pus-me a chupá-la. Havia tempo, até então não tivera ainda esta oportunidade com tanto tempo disponível. Fiquei massageando seu clitóris com a língua enquanto meu dedo a invadia. Ela se contorcia muito. Abracei suas coxas e chupe-ia vigorosamente, até que finalmente ela gozou. Esta garota quase enlouqueceu, era a primeira vez que isto acontecia. Segurou-me pela cabeça como se quisesse que eu entrasse dentro dela. Por alguns momentos tive dificuldades para respirar.
Levantei-me e então coloquei suas pernas sobre meus ombros e fiz o membro deslizar em sua buceta, devagar, olhando seu rosto lindo. Era realmente de enlouquecer, aquela garota fantástica era toda minha. O membro socava sua buceta vigorosamente, podia sentir em seus gemidos que outro orgasmo logo aconteceria, apressei o movimento e então ela gozou novamente. Desta vez muito mais rapidamente. Senti algo quente nos testículos, ela perdeu o controle e urinou. Podia perceber o calor da urina escorrendo pelas minhas pernas. Ela se descontrolou, queria mais, mas eu não queria gozar ainda. Fiz com que se virasse de bruços e assim apoiada na mesa e com as pernas no chão, introduzi lentamente meu pau em seu ânus. Ele estava lubrificado da sua buceta, mas a penetração era difícil. Como se entendesse o que eu havia pensado virou-se e colocou o membro todo dentro da boca, deixando-o completamente úmido de sua saliva, e quando ele estava completamente molhado, virou-se de bruços novamente e não precisou dizer mais nada. O membro lentamente escorregava para dentro dela. Via suas mãos crisparem agarradas na mesa enquanto meu pau era engolido pela sua deliciosa bunda. Naquele dia P. gozou pela primeira vez e pela primeira vez também teve o seu primeiro anal. P. trabalhou comigo por quase um ano. E foi uma das melhores mulheres que eu já possuí. Foi embora da cidade com sua família. Com o tempo perdemos o contato e assim minha história com P. teve fim.

1 comentários:
História marcante e indelével com certeza!
São raros os homens que conseguem dar e ter prazer!
Beijos!
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