quinta-feira, 25 de junho de 2009

Simplesmente P.


P. não saía mais dos meus pensamentos. Na mesma semana em que acontecera o fato em meu apartamento, tratei de ajeitar uma situação para consumar aquilo que desejávamos. No meio da tarde de uma quinta-feira, liguei para casa e pedi-lhe que saísse mais cedo e que me encontrasse no centro da cidade.

Embora eu quisesse estar com ela, tinha receios. Aquela garota nos seus recém feitos dezenove anos era muito mais nova, havia um resquício de escrúpulo. Hesitava em comprometer-me com alguém tão jovem. Encontrei-a e foi então que ela me disse: está quente, você não quer tomar um banho? E sem me deixar responder emendou: eu quero.

Levei-a em um motel discreto. Pedi um quarto e assim que entramos, ela se pendurou em meu pescoço e me beijou. Que boca deliciosa. A língua desenvolta não deixava dúvidas do que ela poderia fazer.

Despia como se desembrulhasse um presente. Estava extasiado com tanta beleza. Uma morena linda, de cabelos negros, longos. Cobriam-lhe perfeitamente os seios generosos. A cada pedaço de pele que surgia eu olhava fascinado. Era uma garota ligeiramente mais alta do que eu. Agora estava ali, diante de mim completamente nua. Dirigiu-se ao banheiro e me chamou para que juntos tomássemos banho.

Esfregar seu corpo delicioso antecipava o prazer de possuí-la. No chuveiro ela novamente chupou-me o membro. A imagem daquela garota ajoelhada no Box com o membro em sua boca era qualquer coisa. Ela chupava e olhava meus olhos. Tinha um prazer em ter um pau em sua boca, eu sabia que não era apenas eu.

Saímos do banho e nos secamos ligeiramente. Ela abriu o frigobar, pegou um refrigerante, abriu a latinha e com um sorriso maroto e a lata na mão inclinada sobre o meu pênis, perguntou-me: posso? Eu apenas sorri e ela despejou o guaraná pelo membro e se pôs a chupá-lo, sorvendo tanto quanto possível o refrigerante. A sensação do líquido gelado e da sua boca quente era deliciosa. Ela me disse que era bom tomar refrigerante daquele jeito. E eu que cheguei a ter receio de levar aquilo adiante, agora mal conseguia conter a vontade de comê-la.

Deixe-a brincar um pouco mais e então passei a orquestrar o ato. Beijei-a sentindo aquela língua macia e deixando minhas mãos percorrerem seu corpo inteiro. Os seios eram realmente fantásticos. Chupei-os maravilhado. Ela me olhava e sorria, fiz-lhe um elogio sobre aqueles deliciosos peitos. Para minha surpresa ela me disse que não sentia muito prazer com eles, disse que não tinha muita sensibilidade. Tudo é uma questão de como. Chupei-os com sofreguidão, apertava-os com as mãos e vez ou outra dava tapas nos mamilos. Podia sentir a excitação que crescia à medida que eu brincava com seus seios. Beijei-lhe a barriga, lambi-lhe o umbigo, podia sentir o calor que emava da sua buceta. O cheiro invadia minhas narinas. O cheiro gostoso do seu tesão. Beijei-lhe as coxas, minhas mãos não paravam de tocá-la e virei-a de bruços. Aquela bunda era linda. Rija, as coxas grossas pareciam pedestais para sustentá-la. E tudo aquilo era meu.

Beijei sua bunda, mordi-a, lambi-lhe o ânus e ela estremeceu, subi pelas suas costas beijando-as. Afastei seus cabelos e mordi-lhe a nuca. Quis brincar com ela ainda mais. Esfreguei-lhe o membro entre as nádegas, em suas costas, levei-o até a altura do seu rosto, e esfregava-o assim, ao lado. Ela deitada de bruços e eu quase sentado em suas costas. Ela então me disse; por favor, me come agora.

Eu também estava louco para penetrá-la. Soergui-lhe as coxas e fiz com que ela segurasse com as mãos embaixo dos joelhos. Sua buceta estava melada. Chupei-a e ela enlouqueceu. Disse que precisava do meu pau dentro dela. E então penetrei, pude sentir o membro alargando sua buceta e deslizando devagar até os testículos tocarem suas nádegas.

Era delicioso fode-la. O membro socava com vigor suas carnes macias. Não precisei muito para gozar. Senti o membro estufar e quando tirei de dentro de sua buceta, o esperma jorrou sobre seu corpo. Seu rosto recebeu parte do leite e ela, com as mãos, espalhava sobre seus seios. Que visão fantástica. Imediatamente pensei que por algum tempo P. realizaria minhas fantasias. Uma coisa me deixou preocupado, P. não havia gozado. Perguntei-lhe o que ela tinha sentido e ela disse apenas que havia gostado muito. Não seria desta vez que eu satisfaria esta garota, mas havia muito ainda para descobrirmos. Eu e os seus dezenove anos.

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