sábado, 3 de janeiro de 2009

Secretária...


P era uma morena exuberante, pele clara, seios fartos, coxas grossas, cabelos pretos, lisos, vinham até a metade de suas costas, olhos grandes, negros. Uma garota com seus tenros dezoito anos, corpo de mulher. Bonita, um sorriso lindo, voz de menina ainda. Era secretária de um escritório qualquer em uma galeria, no sétimo andar, no centro de minha cidade. Na mesma galeria havia uma locadora de vídeo onde eu era cliente e amigo do dono.
P era amiga do funcionário do meu amigo. Ela sempre estava por perto no final do expediente. A locadora fechava mais tarde e ela ficava ali esperando sua irmã mais velha para irem embora juntas. Outra morena linda, mas não tão bonita quanto P. Tinha também outra irmã, bem mais nova, uma promessa, imagino que hoje seja uma bela mulher.
Nos conhecemos assim, nos encontrando geralmente no final do dia, na locadora. Eu ia locar filmes e ficamos amigos. Era realmente estonteante. Os seios chamavam muito a atenção. Volumosos, mas não em demasia, eles valorizavam o conjunto todo. Não havia quem não ficasse vidrado nesta garota. E ela tinha noção de como seus seios chamavam a atenção. Usava decotes que os deixavam ainda mais a amostra.
O funcionário do meu amigo também era camarada. Quando ela não estava por perto me falava a seu respeito. Foi aí que fiquei sabendo que ela já lhe questionara sobre quem eu era e o que fazia.
Na época estava com trinta e três anos e aquela garota era uma tentação. Eu tinha um sócio que também queria sair com ela. Lembro apenas que P ao ser convidada disse que levaria uma amiga.
Saíamos eventualmente para um happy-hour. Ela era bastante divertida. Mas a coisa se resumia nisto. Barzinhos no final de tarde, alguns aperitivos e íamos para casa.
Meu sócio queria faturar a amiga dela, uma garota um pouco mais velha. Ele achava que seria mais fácil em função da idade.
Eu tinha dificuldade para sair fora de hora, rotina em casa, essas coisas de quem tem família. Mas arranjamos uma desculpa e fomos os quatro para um local mais afastado da região onde morávamos. Descemos do carro e compramos algumas bebidas. Meu sócio ficou com a garota do lado de fora e eu fiquei com P dentro do veículo. Não demorou muito para começarmos a nos beijar. Que boca deliciosa. Lábios carnudos. Um cheiro gostoso daquela morena exuberante. Foi uma noite agradável. Ela me deixou muito excitado, mas não havia muito o que fazer, já era tarde e tínhamos que voltar para casa.
Alguns dias se passaram e P me convidou para ir ao cinema. Eu não tinha carro naquele tempo e pedi emprestado ao meu irmão. Saímos com esta finalidade, mas chegamos tarde e não conseguimos entrar. Optamos por beber alguma coisa e depois voltamos para o carro. O bar era defronte a uma praça, fiz a volta na quadra e estacionei e ficamos conversando. Os beijos e abraços não demoraram. Ela era um encanto. Doce. Tinha vontade de comê-la ali mesmo. Mas avançava devagar, achava que pela idade ela poderia se assustar. Ledo engano.
Era uma noite de inverno e logo o carro todo estava embaçado. O que nos deu alguma privacidade. Ela estava de míni saia. Aquela garota com um corpo sensacional me deixava maluco. Foi quando ela olhou para mim e perguntou: vamos brincar?
Fiquei sem ação, apenas acedi. Ela então se curvou no meu colo e passou a esfregar sua mão sobre o membro, por sobre a calça. Eu estava completamente teso. Ela então abriu o zíper, enfiou sua mão por dentro da cueca e tirou o membro para fora. Ela sabia o que fazer. Com a mão baixou o prepúcio e com o polegar espalhou o líquido seminal sobre a cabeça. Olhou-me, deu um sorriso e pôs-se a chupar-me. Aquela boca deliciosa, úmida, quente me sugava com fome. Eu estava alucinado, uma garota deliciosa e linda me chupando o membro dentro do carro. Procurei retardar ao máximo para sentir seus carinhos. A língua brincava com o membro, lambia a cabeça, descia até os testículos e voltava novamente a engolir-me. Meu pau sumia completamente dentro de sua boca. Nunca antes alguma mulher havia feito daquela maneira.
Então ela pressentiu que eu estava perto de gozar e disse: é melhor parar. Como se isto fosse possível. Eu disse que ela não poderia me deixar daquela maneira. Pedi que continuasse. Não precisei ser enfático. Ela novamente pôs-se a chupar e gozei, enchendo-lhe a boca, tamanha a vontade que eu tinha. Chupou-me até não sair mais nada. Tranqüilamente abriu o vidro do carro e cuspiu. Limpou a boca lambendo, sorriu e pediu-me para levá-la em casa. P era uma promessa que estava acontecendo.