terça-feira, 6 de outubro de 2009

A juíza.

1997. Fim de ano. Havíamos pensado em pintar o apartamento. Se imaginasse, que em menos de dois anos compraria o imóvel onde residimos atualmente, não teria gasto na reforma de um apartamento alugado.

Naquele tempo, havia em minha cidade, um serviço de telefone conhecido como 138, se não me falha a memória, também chamado de tele amigos. A companhia disponibilizava este serviço com uma tarifa convidativa. Em tempos onde o msn era um sonho distante, o telefone cumpria muito bem sua missão. E a bem da verdade, ouvir a voz de alguém é muito melhor do que teclar. Enfim, nos adaptamos as evoluções e para falar a verdade às coisas no msn também acontecem, mas isto é assunto para outra oportunidade, antes disto houve ainda, o icq. Voltamos ao 138.

Costumava ligar, quando podia, nas raras vezes em que ficava sozinho em casa. Apenas ouvia. Em cada ligação eram permitidas no máximo quatro pessoas. Nas ligações que eu entrava apenas três, porque eu mesmo não falava. Não me sentia a vontade para conversar. O acesso era muito mais masculino do que feminino. O assunto predominante era sexo. Sempre é. Havia noites que era difícil alguma mulher aparecer. Ficava na escuta, ouvindo as pessoas que entravam e saiam das linhas cruzadas. Geralmente adolescentes, não valia a pena “interagir”. Houve algumas débeis tentativas, mas não resultaram em mais de dois minutos de conversa. O que se chama de “incompatibilidade de gênios e afins”.

Em fevereiro de 98, a pintura no imóvel começou. Minha esposa viajou com os filhos para o interior, e assim o imóvel pode ser pintado sem maiores complicações. À noite, depois dos afazeres, aproximadamente pelas 23:00 h, sentava no chão da sala, recostado nas almofadas e ligava para o 138, era uma maneira diferente de passar o tempo sozinho.

Uma noite aconteceu de entrar em uma linha onde me encontrei só (a cada quatro ligações, mais um canal abria-se, então alguém sempre era o primeiro, quando isto ocorria). Como primeiro, fiquei “esperando”.

Sempre “entrava” alguém, mas não me parecia interessante, não “encontrando” ninguém, desligava. Permaneci com o fone na esperança de que algo um tanto mais interessante acontecesse. Uma voz feminina: - alô?

Repetiu mais uma vez, na terceira, interpelei, temi que desligasse. Iniciamos uma conversa qualquer. Estranha para mim, nunca havia tentado algo igual. Não sabia bem como conduzir, mas ela também enveredava por um caminho desconhecido.

Os assuntos diversificavam. Conseguíamos manter um nível de interesse mutuo. Eventualmente alguém entrava na linha cruzada, e interferia no desenrolar da nossa conversa. Como não tínhamos um vínculo maior, era natural que ela desse a atenção a quem lhe dirigia a palavra. Eu estava interessado na interlocutora e tentava manter seu interesse. Aos poucos ela mesma foi dispensando quem lhe interpelava e ficamos apenas nós a conversar. Falamos por quase duas horas. Despedimos sem deixarmos qualquer referência para um novo “encontro”. Aquilo mexeu comigo. O dia passou e eu pensei como faria para falar com aquela mulher novamente. Outra vez as 23:00 h do dia seguinte, disquei para o 138. Ouvia os demais falando e desligava. Fiz isto algumas vezes, pensei o quanto seria difícil encontrar alguém que sequer sabia se voltaria. Ligava, desligava, ligava novamente, esperava na linha, desligava o fone. Mais de hora se passou e nada da mulher que eu procurava. Ia desistir quando ouvi a voz familiar. Estava falando com outra pessoa. Interpelei, perguntei-lhe se não era a pessoa que falara comigo na noite anterior. Ela acedeu. Alguns minutos e tive novamente sua atenção. Comentou sobre a “sorte” de termos cruzado linhas novamente. Mal sabia ela que a estava procurando e torcendo para que lhe encontrasse. Ficamos outra vez mais um par de horas falando. Alguns homens tentavam sua atenção, mas eu já havia conseguido mantê-la. Terminamos a conversa e “marcamos” novo encontro na noite seguinte. Comentei que tivera sorte ao encontrar-lhe, e pedi-lhe que anotasse meu telefone. Ela concordou depois que argumentei que seria melhor falarmos assim, sem que ninguém a interpelasse ou tivéssemos que esperar para “estarmos a sós” no 138.

No outro dia, ela não ligou. Pensei que não havia sido interessante o suficiente para que a motivasse a isto. Mas na noite seguinte, quase a meia noite o telefone tocou. Era ela. Pediu-me desculpas, e confessou que ficara com receio de me ligar, tendo inclusive voltado ao 138, mas não encontrou ninguém para conversar e por isto resolveu naquela noite me ligar.

Disse-me: - meu nome é MG.

sábado, 11 de julho de 2009

Do jeito que eu gosto...

k h diz:

*ola...

*bom dia

*tudo bem

. f diz:

*Olá, salve......... sumiu, fugiu de mim.....

*tudo bem com vc?

*melhorou da sua gripe

k h diz:

*fugi como assim...

*sim melhor agora

. f diz:

*dia destes eu entrei, dei um oi e vc desligou

k h diz:

*assim lembro desculpa mas chegou gente ai sai e nao deu mais para entrar...

. f diz:

*tudo bem...... como vai vc?

k h diz:

*bem agora ...obrigada....e vc....como foi de curso....

. f diz:

*bem, viagem rápida, mas proveitosa......

*deixei outros recados pra vc, estava preocupado...... menos mal q vc está bem.

k h diz:

*mas nao os recebi....

. f diz:

*sempre deixo no msn, mas vou começar a enviar no e-mail

k h diz:

*acho que é melhor pelo msn nao os recebi nao....

. f diz:

*eu vou cuidar nas próximas vezes..... estava com sds suas

k h diz:

*eu tbem...mas ainda um pouco envergonhada....

. f diz:

*porque lindinha?

k h diz:

*nao sei ...

. f diz:

*foi algo q eu fiz?

k h diz:

*nao nao

. f diz:

*eu te embaracei?

k h diz:

*nao, na hora fiz tudo o que me deu vondade de fazer só depois fiquei a pensar

. f diz:

*sabe

*qdo se racionaliza o prazer fica restrito

*vc não se solta, não sente o q deveria

*somos adultos

*vc gosta, não é?

*eu tb.....

*gosto de imaginar q te dou prazer

*e q vc se sente bem

*é só

k h diz:

*sei de tudo isso

...mas nao queria que vc me ache vulgar....

. f diz:

*não tenho ideias pré-concebidas

*de jeito nenhum

*é isto q estou tentando te dizer

*naquele momento

*vc pode e deve ser tudo comigo

*eu quero

*fora isto

*te trato normamente e tenho grande carinho por vc.

k h diz:

*obrigada....

. f diz:

*eu é q tenho q agradecer

*gosto de estar com vc.

*gosto q vc se sinta bem comigo

*q vc tenha liberdade pra fazer o q quiser

*de ousar

*de imaginar q nada é restrito......

*eu gosto de tudo

*acho q vc já percebeu

*e te induzir é um prazer

*saber q vc pode romper limites

*e querer mais....

*sem parecer vulgar

*apenas pq vc gosta

*quero q vc sinta

*queira

*prazer é isto

k h diz:

*desculpa entao....

. f diz:

*pq?

k h diz:

*vou sair volto mais tarde ta

. f diz:

*vc ficou chateada comigo?

k h diz:

*nao nao

. f diz:

*ok...... beijo lindinha......

k h diz:

*ate mais tarde ok....bjos...

. f diz:

*ando com uma vontade de vc......

k h diz:

*hummm...eu tbem.mta....

. f diz:

*mesmo?

k h diz:

*sim

*ate

. f diz:

*então apareça

*beijos

....minha putinha...

k h diz:

rs... beijinhos

domingo, 28 de junho de 2009

K uma delícia de mulher


Ela é casada e linda, do meu estado, mas está atualmente morando no interior de São Paulo. Conhecemos-nos já faz mais de ano pela internet. Esta madrugada (27/06) ela esteve comigo no MSN e resolvi antecipar o que vocês, meus leitores irão ler um dia (alguns dos meus atuais passatempos).

É apenas uma maneira de proporcionar prazer àquelas mulheres que procuram algo um pouco mais inusitado, diferente do que recebem em casa. Hoje K. pela primeira vez disse o que eu queria que ela dissesse há algum tempo. Eis o nosso “encontro”. Desculpem os erros cometidos, a última coisa que conseguimos neste momento é manter a escrita... rs.

k h diz:

*ola boa noite....

. f diz:

*oiiiiiiiiiiiii q legal

*peraí, to no telefone.....

*não foge

*já volto

*oi

k h diz:

*oi

. f diz:

*tudo bem?

k h diz:

*sim tudo

. f diz:

*o q anda fazendo de bom

k h diz:

*curtindo um grande resfriado...e vc..

. f diz:

*ainda?

k h diz:

*sim

. f diz:

*remédios?

k h diz:

*sim, mas demora

. f diz:

*...

k h diz:

*estou com a imunidade mto baixa...

. f diz:

*puxa q chato

k h diz:

*e vc mto trab...

. f diz:

*me preparando pra viajar

k h diz:

*é que legal

. f diz:

*sexta

k h diz:

*legal

*a trab ou de ferias...

. f diz:

*curso, vou na sexta e volto logo

k h diz:

*curso...

. f diz:

*sim

k h diz:

*hum...bom...

. f diz:

*mais ou menos queria passear um pouco

*não vai dar

k h diz:

*maas sempre sobra umas horinhas para passear nesses cursos....

. f diz:

*é mas não vai dar

k h diz:

*sim

. f diz:

*1 m

k h diz:

*depende dos horarios que tem o curso e o voo...

. f diz:

*isto lá é verdade

*mas não dá pra passear

*vc sugere algo?

*vc está aonde?

k h diz:

*em casa

. f diz:

*q cidade mesmo?

k h diz:

*Ribeirao nao lembra mais...hum...

. f diz:

*fiz confusão

*achei q era Campinas

k h diz:

*nao nao

. f diz:

*perdoe

*sds de vc

k h diz:

. f diz:

*sim...... faz tempo q não conversamos com vagar

*mas vc não melhorou nada garotinha?

*fiquei preocupado agora

*gripe não pde ficar tanto tempo assim

k h diz:

*sim mas logo estarei boa essa veio para ficar um pouquinho a mais comigo....

. f diz:

*cade a sua foto?

*bem q eu podia ir a Ribeirão.......... rs

k h diz:

*hehehe

. f diz:

*q tal?

*vc tem medo não é?

*rs

k h diz:

*nao sei

. f diz:

*eu sei.....

*mas fique tranquila.......

*nada acontece se vc não quiser, vc sabe disto

k h diz:

*sei

. f diz:

*embora vc tenha dito q queria, eu sei q isto tvz seja difícil

*mas é adorável saber q eu poderia

*eu gostaria mto K

*ta quietinha

*pensando?

k h diz:

*sim

. f diz:

*posso saber?

k h diz:

*vamos deixar assim por enquanto se importa...

. f diz:

*vc faz o q tiver vontade garotinha........ não é obrigada a nada......

*eu apenas me importo com vc.......

k h diz:

*q bom...

. f diz:

*vc quer sair?

k h diz:

*pq da pergunta...

. f diz:

*pq eu quero q vc esteja a vontade

*por mim vc sabe q eu quero sua cia

*mas preciso saber de vc

*vc parece tristinha

*mas não quer falar

*tudo bem

*sobre o q vc quer falar garotinha?

*peça e eu atendo......... rs.

k h diz:

*sim um pouco

. f diz:

*então, me fala sobre o q vc quer falar......

*estou aqui pra vc.

k h diz:

*e eu por vc.....

. f diz:

*vc me quer k?

k h diz:

*sim

. f diz:

*eu tb

*vc sabe

*quer gozar pra mim garotinha?

k h diz:

*quero vc espera um 1m eu ja volto vou trocar a roupa....

. f diz:

*espero

*o tempo q vc quiser

k h diz:

*oi desculpa p de mora agora sou tda sua...

. f diz:

*ah q delícia.........

*vc me queria garotinha?

*gosto de saber

k h diz:

*sim

. f diz:

*me fala o q vc colocou pra mim

k h diz:

*regata branca calcinha tbem branca gosta....

. f diz:

*mto, me parece q fica mto bem em vc e na sua pele morena......

*vc está de roupão tb?

k h diz:

*sim

. f diz:

*não quero q vc fique com frio

*está agradável aí K?

k h diz:

*sim mto

. f diz:

*vc sabe q me excita mto não é?

*meu membro já está teso..... só de te imaginar assim

*sua bucetinha me quer garotinha?

*fala pra mim

*ando com uma fome de vc K

*vc me quer?

k h diz:

*sim mto

. f diz:

*pede

k h diz:

*vc me quer eu quero vc...

. f diz:

*eu quero vc sabe

*meu pau está duro....... querendo vc garotinha....

*quero q vc mexa nos peitinhos...... coloque a mão por cima da blusa e deixe o dedo brincar com o mamilo

*veja ele endurecer embaixo do tecido da blusa

*sabe eu tenho uma vontade de comer teus seios...... vc vai deixar K?

k h diz:

*sim

. f diz:

*isto

*vc vê os mamilos durinhos

k h diz:

*sim

. f diz:

*gosta q os chupem?

k h diz:

*mto

. f diz:

*eu vou adorar metê-los em minha boca

*quero ouvir vc arfar de tesão

*qdo te chupar os peitinhos

*K, agora eu quero q vc mexa na bucetinha....... por cima da calcinha

*quero q vc deslize o dedo na fenda...... pra cima e pra baixo

*sem encostar no clitóris, vc faz pra nós?

k h diz:

*humm sim

. f diz:

*então faz

*não toca no clitóris

*só na fenda........ quero q vc sinta sua bucetinha molhar

k h diz:

*sim

. f diz:

*ela produz este líquido delicioso q vc já provou, lembra?

k h diz:

*sim

. f diz:

*é bom não é garotinha?

*vc sente a calcinha molhar?

k h diz:

*sim

. f diz:

*hmmmm q delícia

*K, eu quero q vc afaste a calcinha para o lado, faz pra mim?

*quero q vc deixe a bucetinha exposta

*é só afastar a calcinha para o lado

*faz garotinha?

k h diz:

*sim

. f diz:

*isto....... olha pra ela agora

*ela deve estar deliciosamente molhada não é?

k h diz:

*humm bem

. f diz:

*isto, boa menina

*quero q vc enfie seu dedo médio dentro dela....... quero q vc veja ele ser engolido pela sua bucetinha vc faz garotinha?

k h diz:

*sim

. f diz:

*olha ele entrando...... coloque até o fundo......

*retire-o devagar, não todo

k h diz:

*hum mto bom

. f diz:

*é bom não é meu tesão?

*eu sei

*faça

*mais algumas vezes

*quero q seu dedo fique bem molhado

*queria estar fazendo isto em vc K

*comendo vc com minhas mãos

k h diz:

*mas esta hummm

. f diz:

*vc vai deixar não vai?

*quero q vc tire o dedo agora e esfregue-o no clitóris

*ele assim molhado vai deslizar no seu botãozinho

*mexa em círculo

*devagar

*quero q vc sinta seu tesão

*está fazendo garotinha?

k h diz:

*delicia

. f diz:

*isto

*mete de novo na buceta, faz pra mim

*eu quero

*até o fim

k h diz:

*sim

. f diz:

*isto, vc é um doce

*agora eu quero q vc lambuze os peitinhos, vc faz lindinha?

*quero q vc sinta o cheiro da sua deliciosa buceta neles

*quero q vc imagine q eu gostaria de chupar teus peitinhos com o gosto da sua bucetinha......... vc faz pra mi?

*mim

k h diz:

*sim

. f diz:

*isto, está passando o dedo neles K?

*sua buceta produz um suco delicioso....... vc está passando ele nos seus peitinhos?

k h diz:

*sim

. f diz:

*delícia........ eu quero chupá-los assim vc deixa?

*com o teu gosto?

*vc quer?

k h diz:

*sim

. f diz:

*quero q vc os aperte com as duas mãos

*massageie os peitos doçura

*sinta-os

*veja como eles gostam de carinho

*mexa neles

*faça eles te darem prazer

*vc sente isto k?

k h diz:

*mto bom

. f diz:

*eu sei

*aperte-os

*sinta o peso deles

*agora eu quero q vc leve o dedo na buceta novamente

*enfie nela outra vez

*não podemos esquecer da sua bucetinha

*ela é linda

*adoro te ver

*pos garotinha?

*vc sente o cheiro da sua buceta nos seios?

k h diz:

*sim

. f diz:

*é bom não é K?

k h diz:

. f diz:

*mexe na buceta garotinha

*vc está com vontade de sentir este gosto não é?

*vc sabe q é bom

*não quer sentir garotinha?

k h diz:

*mto

. f diz:

*então chupa o dedo

*deixa ele limpinho

*prova o gosto delicioso da tua bucetinha

*sinta o q eu sentirei qdo te chupar a buceta

*vc gosta garotinha?

*eu queria tanto te ver K

*vc gosta?

k h diz:

*sim

. f diz:

*é bom, mto bom

*põem novamente na buceta até o fim

*e chupe-o outra vez

*faz pra mim

*queria ter meu pau na sua boca agora

*sentir o membro na sua boca quente

*latejando

*vc tá chupando o dedinho?

k h diz:

*delicia hummm

. f diz:

*diz pra mim K

k h diz:

*passando a lingua bem lenta

*humm

. f diz:

*isto

*vc é malvada.........

*vou te pedir uma coisa

*vc faz pra mim?

k h diz:

*tudo o que vc quser

. f diz:

*isto

*adoro vc

*quero q vc enfie o dedo dentro dela outra vez

*até o fim

*olha como ele desliza facil

*é bom não é?

*vc vai sentir ele molhar outra vez

*deste suco delicioso

*quero q vc excite o cuzinho vc faz pra mim? eu te digo como, vc faz K?

k h diz:

*sim

. f diz:

*então, retire o dedo da bucetinha

*e faça-o circular pelo cuzinho

*mexe em círculos

*vc vai sentir q é gostoso

*e vai saber pela pressão q fará no dedo

*experimente

*se quer esfregar com força

*ou não

*molhe o dedo novamente na bucetinha e volte a esfregar o cuzinho

*vc sabe q eu quero comer seu cuzinho não sabe K?

k h diz:

*delicia nossa

. f diz:

*eu sei

*vc sabe q eu quero come-lo não é?

*vou lamber seu cuzinho antes

*deixar ele bem molhado

*assim como vc está deixando agora

*põem o dedo na buceta e massagei-o novamente

*sempre molhando ele

k h diz:

*ah como é bom

. f diz:

*a outra mão faça carinho nos peitinhos

*não esqueça deles

*seu corpo todo tem q receber carinho

*eu quero fode-la toda

*vc sabe disto

*está pronta pra gozar pra mim K?

*vou te conduzir

k h diz:

* ta tao bom

. f diz:

*eu sei........ eu sei

*eu quero q vc enfie dois dedos na buceta

*faz pra mim K

*o médio e o anelar

*olhe eles entrando em vc

*com jeito vc consegue

*faz?

k h diz:

*delicia aiii

. f diz:

*sua buceta deve estar encharcada

*tire-os e lubrifique o cuzinho novamente

*faz pra mim

*esfregue os dedos no cuzinho

*faça uma pressão q vc goste

*seu cuzinho gosta disto

*queria ver meu pau entrando dentro dele

*vc iria adorar

*o calor do membro

*estufando ele, inchando em vc

*K....... eu quero q vc faça uma coisa pra mim

*presta atenção garotinha

*quero q vc ponha o dedo médio na buceta e massageie aquele carocinho q te ensinei

*lembra?

*faz pra mim?

k h diz:

*sim

. f diz:

*com o polegar desta mão vc massageia o clitóris

*o dedo dentro da buceta no carocinho e o polegar no clitóris

*conseguiu?

*não goza garotinha

*vc consegue K?

k h diz:

*sim

. f diz:

*é bom?

*fala garotinha

*vc gosta?

k h diz:

*maravilha

. f diz:

*chupa o dedo

*chupa

*sente o gosto da buceta

*me diz q gosto tem k

*fala pra mim

*q gosto tem sua bucetinha

*diz meu tesão

k h diz:

*ah...delicia..hummm...

. f diz:

*seu cuzinho está molhado K?

k h diz:

*sim...

. f diz:

*com a outra mão quero q vc faça outra coisa pra mim

*quero q vc enfie o dedo médio no cuzinho....... mas antes vc tem q molhá-lo na boca, vc faz?

*molha bem ele na saliva

*faz pra mim K?

k h diz:

*vou fzer

. f diz:

*devagar

*molha bem o dedo

*e depois comece a enfiá-lo no seu cuzinho

*imagine o q vc quiser comigo

*q estou fodendo a sua boca

*seus peitos

*ponha o dedo dentro do cuzinho

*ele vai entrar

*quero q vc enfie ele até o meio e retire quase todo

*e ponha ele de volta

*fique fazendo isto até ele entrar todinho

*vc faz k?

*faz garotinha?

k h diz:

*sim mto bom

. f diz:

*isto

*não quero q vc pare mais

*e agora eu quero q vc enfie a outra mão na buceta

*e foda ela

*ponha o dedo naquele carocinho

*e mexa com uma boa pressão

*sinta seu cuzinho comendo o dedo

*e a sua buceta comendo o outro

*fode ela assim

*fode o cuzinho tb

*goza pra mim garotinha

*eu sou o teu homem

*fode pro teu homem garotinha

*goza

*come o cuzinho

*alarga ele pra mim

*vou por meu caralho dentro dele

*e vc vai urrar de prazer

*qdo meus testículos baterem na tua bunda

*fode K

*goza pro teu homem

*me mostra como vc me quer

*meu pau lateja mto

*quero gozar em vc

*no seu rostinho lindo, vc deixa?

*quer sentir meu leite no seu rostinho?

*onde vc quer ele K?

k h diz:

*aiii q delicia em todo eu corpo...

. f diz:

*é seu

*vou te banhar com meu leite

*vc quer ser minha K?

k h diz:

*hummm sim sim

. f diz:

*gozou doçura?

k h diz:

*sim q loucura

. f diz:

*gostou de sentir o cuzinho invadido?

k h diz:

*nossa mto bom

. f diz:

*quero q vc goze de novo, agora vai ser mais forte e mais rápido

*faz pra mim

*mostra q vc quer ser minha

*fode pra mim garotinha?

k h diz:

*mto

. f diz:

*então presta atençao

*aquele dedo q estava na buceta

*quero q vc ponha dois novamente

*faz?

*mete até o fim

*faz K?

*fode ela pra mim assim?

k h diz:

*humm simm

. f diz:

*então come ela

*e com a outra mão

*quero q vc massageie o clitóris

*rápido

*esfregue-o

*com uma mão e com a outra meta dois dedos na bucetinha

*não pare de mexer

*até gozar

*olha, vc quer saber o q sentiria com meu pau?

*quer garotinha?

*diz pra mim?

k h diz:

*sim

. f diz:

*então quero q vc coloque mais um dedo dentro dela

*ponha três

*eles entram

*com jeito vc coloca

*e vai sentir mais ou menos o q seria meu pau em vc

*faz garotinha?

*fode ela com três dedos

*faz K?

*faz pro teu homem?

k h diz:

*sim q gostoso

. f diz:

*isto

*mete tres dedos dentro dela

*ponha e tire

*cada vez mais rápido

*quero q eles deslizem na buceta

*até o fim

*e com a outra mão dedilhe o clitóris

*vai gozar assim pra mim k

*o q vc quer ser minha

*diz pra mim k?

*fala pro teu homem

*o q vc quer ser minha

*quero saber

*me diz k

*diz pra mim garotinha

k h diz:

*humm quero

. f diz:

*diz, o q vc quer ser minha?

*fode ela

*diz

k h diz:

*quero ser sua

. f diz:

*minha o q k?

*diz

*vc pode

*vc quer

*diz pra mim garotinha

*diz doçura

*fala k

k h diz:

*aiii q delicia hummm

. f diz:

*diz

*diz pra mim

*diz pro teu homem

*fode ela

k h diz:

*quero ser tua mulher

. f diz:

*isto

*é isto

*goza

*goza pra mim K

*goza

*fode a minha bucetinha

*é minha não é?

k h diz:

*tda tua

. f diz:

*isto

*o cuzinho tb garotinha?

*vai dar pra mim?

*vc quer?

*diz k

k h diz:

*sim

. f diz:

*quer q eu coma ele?

*isto

*eu vou

*vou te comer toda

*todinha

k h diz:

*bem gostoso

. f diz:

*goza pra mim

*goza pro teu homem

*fode ela

*com vontade

*sente este tesão todo

*imagina qdo eu te foder todinha

*meu pau está todo molhado

*queria te ver chupar ele

*e te lavar de porra

*vc quer não é?

*sentir a porra no seu corpo

k h diz:

*mto

. f diz:

*eu sei

*é só vc querer K

*goza pra mim

*fode ela toda

*qdo gozar quero q vc chupe os dedos

*sinta o gosto do teu gozo

*é o q eu vou sentir qdo vc gozar na minha boca

*fode ela meu tesão

*goza pro teu homem...... e eu gozo pra vc

*vou te dar mto prazer garotinha......

*quero ver meu pau sumir em vc

k h diz:

*quero

. f diz:

*vc vai

*vai comer ele com a sua boca

*com os seus peitinhos

*com esta buceta deliciosa

*vai encharcá-lo com este suco

*e depois vai recebe-lo no cuzinho

*todo.

*vai sentir a bundinha estufar

*mas vai por ele todinho dentro do cuzinho........

*goza pro teu homem.

*q vontade de gozar K

k h diz:

*goza para mim entao

. f diz:

*gozo

*onde vc pediria meu tesão?

*ouse

*não se envergonhe

*diz e eu faço

k h diz:

*na minhas coxas e na minha buceta....

. f diz:

*eu faço

*vou deixar elas receberem meu esperma

*vou espalhar em vc garotinha

*gozou meu tesão?

k h diz:

*hummm sim que delicia

. f diz:

*gostou de por tres dedos dentro dela?

k h diz:

*sim nossa q loucura

*mto

. f diz:

*vou te dizer uma coisa

*vou te viciar em dar este cuzinho, vc deixa?

k h diz:

*sim mas ja estou viciada em vc...como é bom...nossa...

. f diz:

*da próxima vez K

*vc vai por dois dedos dentro dele..... e vai gostar

*eu sei

*vc quer?

k h diz:

*tudo o que vc pede é mto gostoso....

. f diz:

*eu sei, por isto eu te peço

*só quero te dar prazer, nada mais

*vc faz?

k h diz:

*sim sempre

. f diz:

*vou adorar K.....

*cansou garotinha?

k h diz:

*sim mas feliz

. f diz:

*eu te faria gozar mtas vezes

*se vc brincar só com o clitóris agora vc goza outra vez

*é fácil

*vc quer?

k h diz:

*serio eu adoraria

. f diz:

*então fique mexendo em círculos

*no seu clitóris

*mexa

*molhe o dedo na saliva

*e volte a mexer

k h diz:

*sim

. f diz:

*não faça mais nada....

*só mexa no clitóris

*sente o tesão K?

*é bom?

*diz pra mim garotinha

*só mexa no clitóris

*fique girando o dedo em cima dele

*é bom K?

k h diz:

*humm que bom

. f diz:

*molha ele de novo na boca

*e agora faça um oito sobre o clitóris

*faça o meio do oito passar bem em cima dele

*c tá fazendo garotinha?

k h diz:

*sim

. f diz:

*sente o tesão aumentar?

k h diz:

*mto

. f diz:

*isto

k h diz:

*delicia

. f diz:

*quero q vc desenhe este oito mais rapidamente

*e molhe o dedo outra vez na boca

*alterne......... volte a fazer o círculo

*sinta q seu gozo se aproxima

*vc sente K?

k h diz:

*nossa

*sim

. f diz:

*k não para

*alterne de um movimento para o outro

*se secar, molhe o dedo outra vez

*é bom K?

*diz pro teu homem

*é bom?

k h diz:

*gostoso

. f diz:

*me avisa qdo estiver perto de gozar?

*não goze antes

*me avisa?

*quero te dizer uma coisa antes

*vc avisa garotinha?

*não para de mexer no clitóris

*alterne do oito para o círculo

*molhe o dedo sempre q secar

*avisa K?

*diz pra mim garotinha

*fala

k h diz:

*sim

. f diz:

*vai gozar?

k h diz:

*estou pronta

. f diz:

*mexe....

*mexe e não para

*vc quer ser minha putinha K?

*quer?

*quer gozar pro teu homem?

k h diz:

*sim

. f diz:

*goza

*goza minha putinha

*eu vou gozar na tua buceta

*nas tuas coxas

*vou comer teu cuzinho

*enfiar meu pau até o fim com vontade

*quero q vc se delecie com ele atolado em vc

*quero q vc sente nele com vontade K

*goza pra mim

*goza minha putinha gostosa

*me faz gozar em vc

*te lavar de porra

*eu sei q vc quer

*q vc precisa

*e eu dou

*só pra vc

*fode minha putinha gostosa

*fode pra mim

k h diz:

*aiii puta que pariu que gostoso

. f diz:

*q delícia

k h diz:

*nossa

. f diz:

*é bom não é?

kh diz:

*delicia mesmo

. f diz:

*eu sei....

*eu quero realmente comer você K

k h diz:

*que loucura em

. f diz:

*preciso sentir vc

*provar vc

k h diz:

*eu seei

. f diz:

*vc quer não é?

k h diz:

*quero

. f diz:

*quer ser minha putinha?

k h diz:

*sim

. f diz:

*diz

*diz pro teu homem

k h diz:

*sim quero

. f diz:

*diz meu tesão

*vc pode

*diz pra mim

*vc quer

*diz k

k h diz:

*ser sua

. f diz:

*minha o q doçura?

*diz

*e eu vou comer vc do jeito q vc quiser

*fala

*me faz eu gozar olhando pra vc

*diz

k h diz:

*agora vou ter que sair e tomar banho

. f diz:

*fala meu tesão

*quero gozar

k h diz:

*foi mto bom estar com vc

. f diz:

*é sempre mto bom ter vc

*diz querida...... preciso saber se vc quer mesmo

k h diz:

*eu quero sim

. f diz:

*me deixa maluco deixa

*diz então

k h diz:

*ser sua putinha que acaba fazendo tudo o que vc pede

. f diz:

*um beijo meu tesão.........

*vc volta pra mim outro dia?

*vou estar aqui pra vc

k h diz:

*sim obrigda

*bjnhos

. f diz:

*se alguém tem q agradecer sou eu

*lindinha

*adoro estar com vc.

*vc é deliciosa K

k h diz:

*vc que é bom de mais...

. f diz:

*sou seu

k h diz:

*bjos vou

. f diz:

*beijos meu tesão


sábado, 27 de junho de 2009

Não estranhem a generosidade, depois de tanto tempo sem postar era justo que eu o fizesse num menor intervalo. É claro que não pensei que seria tão rápido assim, e se isto acontece agora, é porque tenho uma leitora (terei mais que uma?) que solicita novas publicações, e eu gentilmente – e porque não dizer – lisonjeado com o assédio (perdoe leitorinha, estou aproveitando o momento de glória), faço este pequeno, mas delicioso esforço. Não posso, no entanto, prometer regularidade. Farei o possível para não ficar tanto tempo assim sem escrever minhas memórias. Isto, posto, vamos ao desfecho da minha história com P.

P. não demonstrava qualquer constrangimento ao estar comigo. Logo depois que saímos à primeira vez, tive outra oportunidade de tê-la novamente. Mais uma vez fiquei frustrado por ela não ter gozado. Desconfiei então que ela nunca havia conseguido antes. Precisava de mais tempo com ela.

Alugamos um depósito para nossas necessidades empresariais. Lá P. poderia ficar o dia todo sem qualquer problema. Era um lugar afastado em uma região que concentrava grandes transportadoras, que não por acaso, era o nosso negócio.

Durante a semana era complicado, passávamos, eu e o sócio, o dia na rua atrás de clientes. Eventualmente eu almoçava no depósito e aproveitava para alguns amassos com P. Não raro passávamos do horário normal de trabalho.

Depois de um dia de serviço, precisei colocar em ordem alguns documentos. Pedi q P. ficasse comigo um pouco mais e depois a levaria em casa. Trabalhamos até por volta das 20:00 h, e quando dei por encerrado o serviço, ela com aquele ar maroto e um sorriso desconcertante, queixou-se que não havíamos saído mais. Falou que estava com saudades e queria saber por que eu não a queria. Foi o que bastou, fiquei excitado com a idéia de possuí-la, mas não poderia ser naquela noite, eu ainda tinha outros compromissos.

Ela sabia como mexer comigo. Abraçou-me e nos beijamos. Era realmente deliciosa. Adorava aquele corpo tenro, rijo, tudo nela era um apelo sexual. Fez-me sentar na cadeira e abriu minhas calças. Ajoelhou-se, sacou o membro para fora e pôs-se a chupá-lo. Fez aquilo com tamanha dedicação que eu só delirava. Podia ver o membro sumir em sua boca deliciosa. Aquilo me deixava completamente maluco, ela sabia disto. Não havia pressa em suas carícias, delirei em sua boca. O membro deslizava na boca gulosa, ela realmente gostava daquilo. Chupava-me a cabeça, lambia, podia ver sua saliva escorrer pelo membro e ao abocanhar-me novamente ela a sugava novamente para sua boca. Então com a mão levantou ainda mais o membro e pôs-se a chupar meus testículos. Podia senti-los pesados, a vontade de ejacular era imediata. Ela pressentiu e chupou-me então vorazmente, ao mesmo tempo em que me masturbava. Gozei, meu esperma ganhou sua boca e ela continuou a me chupar com mais vontade ainda. Fez assim até que me exauriu completamente. Quando sentiu que nada mais havia, tirou o membro da boca, sorriu e me perguntou: gostou? Nem pude acreditar que ela havia engolido todo meu sêmen. Devolvi-lhe a pergunta, gostou P? Ela me disse q foi a primeira vez que havia feito aquilo, mas que sempre que pudesse iria repetir.

E assim foi. Sempre que ela ficava comigo a sós, dava um jeito de mexer no meu membro, sempre me excitando. À noite, quando a levava em casa, algumas vezes, antes de subir para seu apartamento, com a mão no membro me dizia: não posso subir sem tomar meu leitinho. Por algumas vezes eu deixei-a alimentar-se e satisfazer meu prazer.

Em casa a coisa não ia tão bem. P e a sua sede me deixavam seco. Queria mesmo era comê-la e fazê-la gozar. Tive oportunidade num final de semana. Havíamos recebido mercadorias e o depósito estava cheio. Fizemos horas extras por conta daquela movimentação e P. ficou conosco. No meio da tarde de domingo estávamos apenas nós dois. A oportunidade era excelente e tratamos de aproveitá-la. Levei P. para o escritório e disse que a queria muito. Ela pediu para tomar uma ducha e logo estaria comigo. Esperei impaciente que ela voltasse. O lugar não era adequado, mas a fome que tínhamos era o suficiente para esquecer qualquer desconforto. Quando ela voltou estava deliciosa, como sempre. Aquele perfume adocicado do sabonete fazia o momento mais íntimo. Beijei-a com delicadeza, já minhas mãos enchiam com suas nádegas deliciosas. Deitei-a sobre a mesa do escritório, coloquei suas pernas sobre a mesa e a trouxe assim até a borda. Com as coxas abertas e com a sua buceta completamente exposta, pus-me a chupá-la. Havia tempo, até então não tivera ainda esta oportunidade com tanto tempo disponível. Fiquei massageando seu clitóris com a língua enquanto meu dedo a invadia. Ela se contorcia muito. Abracei suas coxas e chupe-ia vigorosamente, até que finalmente ela gozou. Esta garota quase enlouqueceu, era a primeira vez que isto acontecia. Segurou-me pela cabeça como se quisesse que eu entrasse dentro dela. Por alguns momentos tive dificuldades para respirar.

Levantei-me e então coloquei suas pernas sobre meus ombros e fiz o membro deslizar em sua buceta, devagar, olhando seu rosto lindo. Era realmente de enlouquecer, aquela garota fantástica era toda minha. O membro socava sua buceta vigorosamente, podia sentir em seus gemidos que outro orgasmo logo aconteceria, apressei o movimento e então ela gozou novamente. Desta vez muito mais rapidamente. Senti algo quente nos testículos, ela perdeu o controle e urinou. Podia perceber o calor da urina escorrendo pelas minhas pernas. Ela se descontrolou, queria mais, mas eu não queria gozar ainda. Fiz com que se virasse de bruços e assim apoiada na mesa e com as pernas no chão, introduzi lentamente meu pau em seu ânus. Ele estava lubrificado da sua buceta, mas a penetração era difícil. Como se entendesse o que eu havia pensado virou-se e colocou o membro todo dentro da boca, deixando-o completamente úmido de sua saliva, e quando ele estava completamente molhado, virou-se de bruços novamente e não precisou dizer mais nada. O membro lentamente escorregava para dentro dela. Via suas mãos crisparem agarradas na mesa enquanto meu pau era engolido pela sua deliciosa bunda. Naquele dia P. gozou pela primeira vez e pela primeira vez também teve o seu primeiro anal. P. trabalhou comigo por quase um ano. E foi uma das melhores mulheres que eu já possuí. Foi embora da cidade com sua família. Com o tempo perdemos o contato e assim minha história com P. teve fim.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Simplesmente P.


P. não saía mais dos meus pensamentos. Na mesma semana em que acontecera o fato em meu apartamento, tratei de ajeitar uma situação para consumar aquilo que desejávamos. No meio da tarde de uma quinta-feira, liguei para casa e pedi-lhe que saísse mais cedo e que me encontrasse no centro da cidade.

Embora eu quisesse estar com ela, tinha receios. Aquela garota nos seus recém feitos dezenove anos era muito mais nova, havia um resquício de escrúpulo. Hesitava em comprometer-me com alguém tão jovem. Encontrei-a e foi então que ela me disse: está quente, você não quer tomar um banho? E sem me deixar responder emendou: eu quero.

Levei-a em um motel discreto. Pedi um quarto e assim que entramos, ela se pendurou em meu pescoço e me beijou. Que boca deliciosa. A língua desenvolta não deixava dúvidas do que ela poderia fazer.

Despia como se desembrulhasse um presente. Estava extasiado com tanta beleza. Uma morena linda, de cabelos negros, longos. Cobriam-lhe perfeitamente os seios generosos. A cada pedaço de pele que surgia eu olhava fascinado. Era uma garota ligeiramente mais alta do que eu. Agora estava ali, diante de mim completamente nua. Dirigiu-se ao banheiro e me chamou para que juntos tomássemos banho.

Esfregar seu corpo delicioso antecipava o prazer de possuí-la. No chuveiro ela novamente chupou-me o membro. A imagem daquela garota ajoelhada no Box com o membro em sua boca era qualquer coisa. Ela chupava e olhava meus olhos. Tinha um prazer em ter um pau em sua boca, eu sabia que não era apenas eu.

Saímos do banho e nos secamos ligeiramente. Ela abriu o frigobar, pegou um refrigerante, abriu a latinha e com um sorriso maroto e a lata na mão inclinada sobre o meu pênis, perguntou-me: posso? Eu apenas sorri e ela despejou o guaraná pelo membro e se pôs a chupá-lo, sorvendo tanto quanto possível o refrigerante. A sensação do líquido gelado e da sua boca quente era deliciosa. Ela me disse que era bom tomar refrigerante daquele jeito. E eu que cheguei a ter receio de levar aquilo adiante, agora mal conseguia conter a vontade de comê-la.

Deixe-a brincar um pouco mais e então passei a orquestrar o ato. Beijei-a sentindo aquela língua macia e deixando minhas mãos percorrerem seu corpo inteiro. Os seios eram realmente fantásticos. Chupei-os maravilhado. Ela me olhava e sorria, fiz-lhe um elogio sobre aqueles deliciosos peitos. Para minha surpresa ela me disse que não sentia muito prazer com eles, disse que não tinha muita sensibilidade. Tudo é uma questão de como. Chupei-os com sofreguidão, apertava-os com as mãos e vez ou outra dava tapas nos mamilos. Podia sentir a excitação que crescia à medida que eu brincava com seus seios. Beijei-lhe a barriga, lambi-lhe o umbigo, podia sentir o calor que emava da sua buceta. O cheiro invadia minhas narinas. O cheiro gostoso do seu tesão. Beijei-lhe as coxas, minhas mãos não paravam de tocá-la e virei-a de bruços. Aquela bunda era linda. Rija, as coxas grossas pareciam pedestais para sustentá-la. E tudo aquilo era meu.

Beijei sua bunda, mordi-a, lambi-lhe o ânus e ela estremeceu, subi pelas suas costas beijando-as. Afastei seus cabelos e mordi-lhe a nuca. Quis brincar com ela ainda mais. Esfreguei-lhe o membro entre as nádegas, em suas costas, levei-o até a altura do seu rosto, e esfregava-o assim, ao lado. Ela deitada de bruços e eu quase sentado em suas costas. Ela então me disse; por favor, me come agora.

Eu também estava louco para penetrá-la. Soergui-lhe as coxas e fiz com que ela segurasse com as mãos embaixo dos joelhos. Sua buceta estava melada. Chupei-a e ela enlouqueceu. Disse que precisava do meu pau dentro dela. E então penetrei, pude sentir o membro alargando sua buceta e deslizando devagar até os testículos tocarem suas nádegas.

Era delicioso fode-la. O membro socava com vigor suas carnes macias. Não precisei muito para gozar. Senti o membro estufar e quando tirei de dentro de sua buceta, o esperma jorrou sobre seu corpo. Seu rosto recebeu parte do leite e ela, com as mãos, espalhava sobre seus seios. Que visão fantástica. Imediatamente pensei que por algum tempo P. realizaria minhas fantasias. Uma coisa me deixou preocupado, P. não havia gozado. Perguntei-lhe o que ela tinha sentido e ela disse apenas que havia gostado muito. Não seria desta vez que eu satisfaria esta garota, mas havia muito ainda para descobrirmos. Eu e os seus dezenove anos.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

P. minha secretária


Bem, devo-lhes desculpas pela falta absoluta de tempo para postar. Recebi dois (poucos, mais enfáticos) pedidos para que continuasse a escrever minhas memórias. Sem mais delongas.... sobre P.
Depois daquela noite em que P. me fez aquele delicioso agrado, era natural que eu quisesse mais. O escritório em que ela trabalhava dispensou-a, e vi ali uma oportunidade para que a mantivesse ainda mais próxima. Falei com meu sócio e resolvemos dar-lhe uma vaga de secretária em nosso escritório. A bem da verdade havíamos recentemente aberto uma empresa, nem tínhamos um lugar adequado, estávamos providenciando tudo quando isto se deu. Meu apartamento fazia às vezes de local de trabalho e levei P para que ficasse atendendo ao telefone durante o horário comercial. Foi um tanto complicado. Minha mulher não gostou nada, mas como sempre trabalhou fora, eu também não tinha quem pudesse atender as ligações dos meus contatos e prometi-lhe que seria por muito pouco tempo, como foi realmente.
Não havia mais saído com P. desde o acontecido. Nossos encontros se davam nos momentos em que ela chegava para trabalhar e no término de cada turno. Isto evitava maiores transtornos com a esposa.
Até que numa manhã eu voltei mais cedo pra casa. Era verão, estava muito quente e eu tinha uma reunião no início da tarde e queria tomar um banho e trocar de roupa. Fui para casa e encontrei aquele monumento com um sorriso enorme e encantador. Já na entrada brincou comigo, ao perguntar-me se eu estava lhe fazendo uma visita. Antes de ir ao banho coloquei uma carne no forno e pedi-lhe que fizesse a gentileza de cuidar enquanto iria tomaria uma ducha. Foi neste momento que ela falou que adoraria fazer isto comigo. Aquilo foi o indício de que o que acontecerá ainda renderia muito mais.
Ao sair do banho, enrolado na toalha, ela brincou mais uma vez comigo. Falou que eu deveria estar muito saboroso com aquele cheiro todo. Fui a sua direção, levantei-a do sofá e beijei aquela boca gostosa. Uma menina com um corpo delicioso de mulher. Recém havia completado os dezenove anos. E o presente era meu. Não podia, no entanto possuí-la em minha casa. Essas coisas nunca acabam bem. Mas a tentação em tê-la era imensa. Fiz com que sentasse novamente no sofá e ela imediatamente abriu a toalha, pegou-me o membro, e com um sorriso maroto começou a chupar-me. Ela era realmente dedicada.
Podia ver agora o membro sumir em sua boca. Era incrível a sensação de comer aquela delícia de mulher desta maneira, na realidade era ela quem me comia assim. O membro saía e a sua língua circulava na cabeça, ora beijava e a sensação de ter aqueles lábios macios na ponta do membro era indescritível. Chupava-me os testículos com delicadeza e olhando-me nos olhos. Mas aqueles seios me hipnotizavam. Fazia tempos que eu os queria. Enquanto ela me chupava eu a fiz tirar a blusa e aquelas preciosidades ganharam a liberdade. Meti-lhe o membro tanto quanto pude em sua boca e ele saiu completamente molhado de sua saliva. Eu a fiz encostar as costas no sofá e coloquei o membro entre seus lindos peitos. Estava assim realizando aquela fantasia que eu tinha desde que a conhecera.
Estava fascinado com aquela garota. Fodia-lhe os seios e a boca, alternando assim o meu prazer. Segurei o máximo que pude e avisei-lhe que ejacularia. Ela segurou os seios e premiu ainda mais meu membro entre eles e então gozei. O primeiro jato alcançou o seu queixo e antes que eu pudesse entender o que estava acontecendo ela segurou o membro e colocou novamente em sua boca, onde terminei meu prazer. P. sorveu-me até o membro ficar completamente limpo, sem resquícios de esperma.
Foi um gozo maravilhoso. Depois disto sabia que possuí-la seria apenas questão de onde.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Secretária...


P era uma morena exuberante, pele clara, seios fartos, coxas grossas, cabelos pretos, lisos, vinham até a metade de suas costas, olhos grandes, negros. Uma garota com seus tenros dezoito anos, corpo de mulher. Bonita, um sorriso lindo, voz de menina ainda. Era secretária de um escritório qualquer em uma galeria, no sétimo andar, no centro de minha cidade. Na mesma galeria havia uma locadora de vídeo onde eu era cliente e amigo do dono.
P era amiga do funcionário do meu amigo. Ela sempre estava por perto no final do expediente. A locadora fechava mais tarde e ela ficava ali esperando sua irmã mais velha para irem embora juntas. Outra morena linda, mas não tão bonita quanto P. Tinha também outra irmã, bem mais nova, uma promessa, imagino que hoje seja uma bela mulher.
Nos conhecemos assim, nos encontrando geralmente no final do dia, na locadora. Eu ia locar filmes e ficamos amigos. Era realmente estonteante. Os seios chamavam muito a atenção. Volumosos, mas não em demasia, eles valorizavam o conjunto todo. Não havia quem não ficasse vidrado nesta garota. E ela tinha noção de como seus seios chamavam a atenção. Usava decotes que os deixavam ainda mais a amostra.
O funcionário do meu amigo também era camarada. Quando ela não estava por perto me falava a seu respeito. Foi aí que fiquei sabendo que ela já lhe questionara sobre quem eu era e o que fazia.
Na época estava com trinta e três anos e aquela garota era uma tentação. Eu tinha um sócio que também queria sair com ela. Lembro apenas que P ao ser convidada disse que levaria uma amiga.
Saíamos eventualmente para um happy-hour. Ela era bastante divertida. Mas a coisa se resumia nisto. Barzinhos no final de tarde, alguns aperitivos e íamos para casa.
Meu sócio queria faturar a amiga dela, uma garota um pouco mais velha. Ele achava que seria mais fácil em função da idade.
Eu tinha dificuldade para sair fora de hora, rotina em casa, essas coisas de quem tem família. Mas arranjamos uma desculpa e fomos os quatro para um local mais afastado da região onde morávamos. Descemos do carro e compramos algumas bebidas. Meu sócio ficou com a garota do lado de fora e eu fiquei com P dentro do veículo. Não demorou muito para começarmos a nos beijar. Que boca deliciosa. Lábios carnudos. Um cheiro gostoso daquela morena exuberante. Foi uma noite agradável. Ela me deixou muito excitado, mas não havia muito o que fazer, já era tarde e tínhamos que voltar para casa.
Alguns dias se passaram e P me convidou para ir ao cinema. Eu não tinha carro naquele tempo e pedi emprestado ao meu irmão. Saímos com esta finalidade, mas chegamos tarde e não conseguimos entrar. Optamos por beber alguma coisa e depois voltamos para o carro. O bar era defronte a uma praça, fiz a volta na quadra e estacionei e ficamos conversando. Os beijos e abraços não demoraram. Ela era um encanto. Doce. Tinha vontade de comê-la ali mesmo. Mas avançava devagar, achava que pela idade ela poderia se assustar. Ledo engano.
Era uma noite de inverno e logo o carro todo estava embaçado. O que nos deu alguma privacidade. Ela estava de míni saia. Aquela garota com um corpo sensacional me deixava maluco. Foi quando ela olhou para mim e perguntou: vamos brincar?
Fiquei sem ação, apenas acedi. Ela então se curvou no meu colo e passou a esfregar sua mão sobre o membro, por sobre a calça. Eu estava completamente teso. Ela então abriu o zíper, enfiou sua mão por dentro da cueca e tirou o membro para fora. Ela sabia o que fazer. Com a mão baixou o prepúcio e com o polegar espalhou o líquido seminal sobre a cabeça. Olhou-me, deu um sorriso e pôs-se a chupar-me. Aquela boca deliciosa, úmida, quente me sugava com fome. Eu estava alucinado, uma garota deliciosa e linda me chupando o membro dentro do carro. Procurei retardar ao máximo para sentir seus carinhos. A língua brincava com o membro, lambia a cabeça, descia até os testículos e voltava novamente a engolir-me. Meu pau sumia completamente dentro de sua boca. Nunca antes alguma mulher havia feito daquela maneira.
Então ela pressentiu que eu estava perto de gozar e disse: é melhor parar. Como se isto fosse possível. Eu disse que ela não poderia me deixar daquela maneira. Pedi que continuasse. Não precisei ser enfático. Ela novamente pôs-se a chupar e gozei, enchendo-lhe a boca, tamanha a vontade que eu tinha. Chupou-me até não sair mais nada. Tranqüilamente abriu o vidro do carro e cuspiu. Limpou a boca lambendo, sorriu e pediu-me para levá-la em casa. P era uma promessa que estava acontecendo.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

"Eu já"



Carmem, do delicioso Duas Bocas, propôs um “meme” para seus assíduos e resolveu me convidar. Isto foge da proposta inicial do Meu Outro Eu, mas como a proposta é interessante e também por se tratar do primeiro que me foi proposto (e como tudo tem uma primeira vez) eis-me aqui, na tentativa – se é que conseguirei – de tentar ser um décimo interessante do que Carmem elencou como “Eu já”, inicialmente proposto pelos Pequenos Delitos, vamos a eles:
Eu já fui atrás de um grande amor de carona, com míseros trocados no bolso, sem endereço certo, em uma cidade do interior completamente desconhecida;
Já tive alguns nicks com personalidades diferentes, que me ajudaram a contabilizar nas conquistas femininas;
Já disse “eu te amo” apenas vê-las felizes na hora do gozo;
Eu já seduzi muitas mulheres casadas e adoro isto;
Eu já as fiz dizerem: “eu sou tua puta, tua putinha”;
Eu já as induzi a fazerem coisas que jamais sonharam com seus maridos – e elas gostaram em sua maioria;
Eu já comi a minha tia;
Eu já as induzi engolir meu esperma e adorarem te-lo feito apenas para satisfazer-me;
Mas fui mais além, eu as convenci de que o meu prazer também era o prazer delas e algumas realmente gostam e esperam por este momento;
Eu já seduzi apenas para o meu prazer;
Eu já apostei que ela faria coisas que jamais faria com o marido e ela perdeu;
Eu antes de tudo, mesmo que seja meu objetivo primeiro, sempre procuro faze-las felizes.
Carmem, fui a maior sacanagem que alguém me fez........ rs. Bj.

domingo, 15 de junho de 2008

M... com amor - parte II


Em julho de 77, ela voltou. Uma noite pensei ter ouvido sua voz no apartamento do seu irmão, o coração disparou, não quis acreditar. Mas sim, havia voltado e não me procurou. Eu também não iria, doía lembrar o que sequer havia esquecido. Queria evitar vê-la.
Na ocasião, não tinha muito tempo vago. Estudava pela manhã e a tarde trabalhava com meu velho. Isto me manteve distante por três longos dias. O inevitável estava para acontecer. De férias escolares, aproveitei para fazer dois turnos com meu pai. No final da manhã, ao me deixar em casa para almoçar, eu a vi. Ela estava na entrada do prédio, brincando com seu sobrinho. Viu quando cheguei. Com o coração apertado desci do carro e cruzei o espaço entre a calçada e a entrada do edifício. Ela estava caminhando com seu sobrinho e ao chegar na porta parou, no momento exato em que eu ia cruzar a porta de entrada. Me olhou, cumprimentou e esperou que eu parasse, seus olhos (os olhos que tanto amei) pareciam suplicar. Mas a dor era intensa, enorme. Vê-la trouxe novamente todas as coisas que eu tentei, dia após dia apagar da lembrança, naquele instante percebi que não havia conseguido. A sensação era um misto de raiva e de ódio, justamente por não ter conseguido esquecê-la. Também porque ela havia voltado e não me procurara, e eu entendi que ela me evitava, como ficou claro que eu não a esquecera.
Mais dois dias se passaram até que novamente nos encontrássemos. M e eu tínhamos amigos em comum. Ao entardecer, no final de um dia, dirigi-me para casa de meu amigo G como fazia geralmente para conversarmos. Ele me recebeu com cerimônia, pediu-me calma, na hora não entendi, mas evitei questionar, seus pais estavam em casa e aquele não era o momento.
Fomos em direção ao seu quarto e ao entrar deparei com M, sentada em uma das camas. Fiquei totalmente sem ação, completamente mudo. Não foi à toa que ela estava em sua casa, sabia que eu iria até lá e me esperou. Seus lindos olhos verdes brilharam, um sorriso delicado estampou seu rosto. Estendeu-me a mão esperando que eu a pegasse. Mas garotos apaixonados tem orgulho imbecil e eu não atendi ao seu gesto. Ela chorou. Meu amigo saiu do quarto e ela começou a explicar o que havia acontecido. Contou que teve que deixar sua prima porque precisava trabalhar e conseguira um emprego em uma grande capital na editoração de cinema. Foi apenas com a vontade de mudar e vencer as adversidades. Levou um tempo até se firmar e ao final de seis meses voltou para visitar seu irmão, já que tiveram que parar as filmagens onde ela trabalhava. Ficaria até o final de julho e então voltaria. Não tinha me contatado pois temia que eu fosse ao encontro dela, eu certamente iria se eu soubesse onde estava. Pediu-me perdão, levantou-se e novamente estendeu-me as mãos. Meus olhos estavam prestes a se encher de lágrimas e foi o que aconteceu. Chorei. Um choro doído, de amor, de alegria contida, de felicidade tolhida. Ela então me abraçou, demoradamente e outra vez chorou. Pediu-me então para acompanhá-la, nos despedimos de meu amigo e saímos pela rua à caminhar. Entre a rua onde morava e a rua onde morava meu amigo, haviam duas casas do mesmo proprietário e que usávamos para cortar caminho. Entrei com M pelo terreno e embaixo das árvores ficamos abraçados, nos olhando. Uma chuva fraca começou a cair e M então me beijou. Meus lábios estavam sedentos dos seus. Outra vez chorei, agora de felicidade. Meu coração se apaziguou, M havia voltado.
Os dias que se seguiram foram incríveis, a sua presença era suficiente para satisfazer os desejos do coração. Naquele mês nos mudamos, e ainda levamos uns dias para entregar a chave do apartamento. Andava com M sempre que possível. Levei-a a um show de MPB com Ivan Lins que se apresentou em minha cidade. De certa forma lembro dela ainda sempre que escuto “Somos todos iguais nesta noite”. E é fácil saber o porquê. Ao término do show, ainda encantados com o que ouvíramos, seguimos para casa. Eu estava dormindo em um colchão que tinha ficado no apartamento e estava no chão da cozinha. Quase tudo mais já havia sido levado para o outro local. Estávamos eu, M e meu amigo G. O frio do inverno nos motivou a bebermos vinho e eu tinha um garrafão de cinco litros entre as poucas coisas que restaram no apartamento. G entendeu que era a hora de nos deixar e foi para sua casa. Deitamos no colchão e nos cobrimos a fim de esquentarmos por causa do frio. Eu apenas olhava para M, deitada de lado, também me olhando. Não precisávamos dizer nada. M então me beijou. Foi um beijo arrebatador, de desejo, de sedução, um beijo que indicava que muito mais aconteceria. Minhas mãos ergueram suas roupas, não lembro quantas, seus seios lindos despontaram e eu os olhava extasiado. Curvei-me sobre eles e os suguei, beijei, chupei-os com sofreguidão. M nunca fora tão minha como naquele instante. Nada se interporia entre nós. Sua calça foi aberta por quatro mãos nervosas e em segundos ela estava nua da cintura para baixo. A minha também rapidamente foi despida. Diferentemente de todas as outras vezes eu fui instintivo. Não era sexo apenas, era a consolidação de um desejo de duas pessoas que se amavam. Sei apenas que estava dentro dela e o que sentia não era apenas satisfação sexual. Lembro dos seus gemidos, de me dizer baixinho “amor, amor, amor...” Gozamos, e não foi a satisfação da carne. Foi algo diferente. Foi pleno, completo, maravilhoso... em minutos a queria novamente. Agora sim, para satisfazer a fome que eu tinha de seu corpo. Foi consciente, podia sentir o membro a invadindo, a cada estocada seus gemidos aumentavam, queria, precisava ouvi-la gozando. M então disse meu nome... baixinho, seguido de um “eu te amo”.
Ela dormiu comigo. Pela manhã, fria de inverno, se vestiu e foi para o apartamento de seu irmão. Dormi o resto da manhã e acordei ao meio dia. Me vesti, fui para casa de um amigo. Meu corpo ainda cheirava de nosso encontro. Pedi-lhe para tomar um banho e o fiz com pesar. Parecia que estava me desfazendo de uma lembrança que me havia sido tão cara. Ainda nos amamos mais uma vez, na casa de um amigo. Foi sem dúvida o mês mais importante da minha vida amorosa. M foi embora, desta vez não doeu tanto como antes. Um ano depois a vi novamente, eu já estava namorando uma garota que veio a ser minha esposa. Mas esta é outra história. Com M entendi a diferença entre sexo e amor.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

M... com amor - parte I



Anos 70. Era o tempo de contabilizar. As meninas que moravam no meu bairro, de uma maneira ou de outra, sempre que podia, tirava uma “casquinha”. Em festas, nas saídas com a turma, nas despedidas ao voltar para casa, toda vez que surgia uma ocasião. Mas isto era pouco. Tinha uma necessidade enorme de come-las, algo que desejava muito, minha fixação primeira. As meninas daquela época eram mais castas do que as de hoje onde a promiscuidade sem dúvida é muito maior. Havia mais desafios, o que tornava as conquistas muito mais interessantes.
E então aconteceu, aos 15 anos tive meu primeiro amor. Interessante esta coisa de paixão. O sexo deixou de ser aquela necessidade imediata e, por um tempo não pensei mais em nisto.
M (coincidência sim, tive algumas mulheres em minha vida com esta inicial em seus nomes) morava com seu irmão e sua cunhada no apartamento em cima do nosso. Ela com 19 anos. Morena, linda, olhos verdes, cabelos pretos ondulados, lábios perfeitos, pareciam desenhados, um corpo delicioso. Esbanjava viço e vitalidade. Eu sempre a comia com os olhos, mas era um sonho distante. Tinha um namorado abastado, com carro e moto. Minha realidade era outra. Eu carecia de dinheiro até para comprar roupas novas. Costumava vê-la, no carro com o namorado, ao se despedir, quando voltava para sua casa. Uma ponta de inveja e o pensamento de que um dia eu também poderia fazer isto com quem quisesse.
Mas a vida tem coisas que não se explicam. Ao chegar em casa, num final de tarde, nossa empregada R, comentou que a moça que morava no apartamento de cima, queria me conhecer e se eu quisesse ela viria mais tarde falar comigo. É óbvio que eu aceitei, quase sem acreditar no que ouvira. R se encarregaria de dar a resposta a ela enquanto eu tomava banho e me preparava para conhecer aquela deusa morena.
Pouco mais de uma hora se passou quando ela bateu em nossa porta. Não lembro se por timidez, por falta de jeito, por imaturidade não a convidei para entrar, ficamos ali de pé na escada. R nos apresentou formalmente, embora eu como ela já soubéssemos da existência um do outro. Muito mais eu do que ela.
Ela era encantadora, dona de um sorriso lindo, uma voz maravilhosa, um cheiro enebriante, linda. Falou-me muitas coisas; que morava com o irmão e a cunhada e que cuidava dos dois filhos destes. Quase não lhe sobrava tempo. Eu mais ouvia do que falava, encantado que estava. Não lembro quanto tempo ficamos ali parados, mas foi algo considerável, me parecia que o tempo havia estancado.
Nossas conversas passaram a ser diárias. M sempre me deixava com um astral excelente. Muito mais do que de costume. Meus amigos estranhavam a maneira como eu me portava mas eu não ligava, apenas esperava pela hora de encontrá-la novamente. Da janela do meu quarto, deitado na cama, eu via a sacada da área de serviço do apartamento de cima. M costumava ficar ali, eu ficava olhando-a extasiado. Ela “mexia” comigo, sorria, brincava. Eu não era mais o mesmo.
Até que numa tarde M passou em minha casa e perguntou-me se não poderia lhe acompanhar pois precisava sair, tinha alguns compromissos e não queria ir só. Sem pestanejar lhe acompanhei. Minha situação precária me fazia ir nos lugares sempre caminhando, e não foi diferente com ela. Andamos muito, falamos bastante. Ela cansou. Disse que a carregaria, ela riu. Peguei-a no colo, devo ter dado uns dez passos, talvez menos. Ela riu muito. Eu, romântico e quebrado. De certa forma frustrado por não haver conseguido o intento. Fomos em alguns lugares que ela precisava ir e voltamos para casa ao final da tarde. Ao se despedir, M me beijou nos lábios, um beijo simples, um toque singelo naquela boca divina. Aquilo era a gota que faltava para me apaixonar. Devo ter ficado uns dez minutos parado, sozinho na escada, petrificado pelo acontecido. M havia me beijado.
Não lembro muito bem, mas custei a dormir naquela noite. Passei o tempo todo revendo as imagens em meu cérebro, da hora que saímos até voltarmos e o derradeiro e inesquecível beijo naquela boca maravilhosa.
O encontro seguinte foi entre um garoto apaixonado e uma linda mulher. Completamente sem jeito e sem saber como me portar naquela situação. Eu que sempre fui caçador agora era presa diante daquela mulher incrível. Ao beijá-la novamente tive certeza de que era o que eu queria. E o que eu queria era viver aquele sonho tanto quanto pudesse. A cada dia ao seu lado o mundo me parecia melhor (sim, vivi estes absurdos). Ela terminou com o namorado, ele não acreditou quando ela lhe disse que foi por causa de um garoto sem nada. Teve vontade de me espancar, e o teria feito mas ela interviu. Já havia pensado que a surra seria cobrada mais adiante se não houvesse como escapar. Felizmente, pra mim, não aconteceu. E ele poupou seu carro de um sinistro, acho que nunca soube como fui generoso também.
Passava os dias a pensar em M, escrevia-lhe bilhetes, juras de amor, coisas singelas, piegas, que só alguém apaixonado, que realmente ama, deixa-se entregar. E eu a amava. Tanto que não pensava em sexo, justo eu que vivia para isto. Tivemos alguns meses de puro delírio, eu ao menos. Uma vez, ela bateu em nossa porta e atendi, abrindo a janelinha (antigamente as portas tinham pequenas janelas, ainda existem em prédios antigos). Ela me beijou rapidamente, tinha vindo da praia com seu irmão, a cunhada e os filhos. De súbito levantou a blusa e mostrou-me os seios bem formados, para que visse como havia se queimado em demasia. Fiquei embasbacado pela deliciosa surpresa. Daquele dia em diante seus seios deliciavam meus amassos.
Tempos depois, disse que me amava também. Era a minha sentença definitiva. Com M poderia ter encerrado minha vida. Mas felicidade também tem prazo e o meu estava por acabar.
As brigas entre M e a cunhada se acirraram, o clima estava insuportável e morar com o seu irmão já era um transtorno. M andava inquieta, começou a organizar as coisas para partir, eu ainda não sabia quais eram suas intenções. Lembro que numa noite M estava estranhamente carente, chorou, eu presumi que fosse por causa dos problemas com seu irmão, mas no outro dia ficou claro o motivo. Recebi pela empregada uma carta de M, dizendo porque estava fugindo de casa. Seu irmão não a deixaria ir simplesmente. Não acreditei. Na carta M dizia que me amava, que iria embora porque não havia mais clima para ela. Jurou amor eterno (e eu acreditei) e sumiu, sem deixar rastros. Fiquei doente, chorei, entornei garrafas de bebida (típico de cabeça fraca) e me sentia um pária. Minha mãe sofria me vendo daquele jeito. Passei um final de ano terrível. Natal e ano novo praticamente foram ignorados. Meus amigos me levaram contrariado a um réveillon em um clube onde éramos sócios. A noite foi desastrosa, no fim da madrugada me pediram para ir para rua, com uma desculpa qualquer. Lá estava M, maravilhosa como sempre. Meu coração parecia querer sair do peito. Não cabia em mim tamanha felicidade. Ela me abraçou e me beijou com sofreguidão. Não perguntei nada. Só queria ela ao meu lado. Saímos caminhando pelas ruas, nos beijávamos, queríamos recuperar o tempo longe um do outro. Ficamos juntos até o início da manhã. Ela voltou porque precisava me ver, nos despedimos. Esperava vê-la mais tarde mas ela sumiu outra vez. Durante seis meses não soube mais dela. Meses antes, na Páscoa fui com um amigo a sua cidade natal e antes passamos por uma outra cidade onde ela deveria estar, segundo informações que conseguira com seu irmão. Ao chegar, sua prima me informou que ela havia partido para outro estado. Mostrou as coisas dela que ficaram e me falou como ela gostava e falava em mim. Saí de lá completamente perdido. Frustrado. Acompanhei meu amigo em sua viagem, tentando amenizar a dor que sentia. Durante estes meses sofri muito a sua ausência e comecei meu processo de cura tentando esquece-la.